18.7.10

Chora Serra...: Vídeo do comício comprova o sucesso e desmente PIG - II

A imprensa demo-tucana sentiu o golpe, com o enorme sucesso da passeata e do primeiro comício de Dilma Rousseff (PT), até debaixo d'água, no Rio de Janeiro, na sexta-feira.

Sairam correndo em busca de tentar desqualificar, dar notícias fantasiosas sobre comparecimento e empolgação, que não correspondem à realidade.

A imprensa mentiu e muito. Eu estava lá, e vi. Mas nada melhor do que um vídeo para matar a cobra e mostrar a cobra morta.

Ao contrário do que disse a imprensa demo-tucana, Dilma foi aplaudida e muito. E olha que é difícil aplaudir segurando guarda-chuva, bandeiras, faixas.

A tentativa de diminuir o público também é uma grande mentira. O público foi excelente do início ao fim. No início pela massa humana, que ocupou a praça e também tomava as ruas laterais. A Av. Rio Branco estava fechada. Do início ao fim, o público foi excepcional, considerando a chuva. Basta ver as cenas panorâmicas, mostrando a multidão, que não deixa margem para dúvidas.

Duvido que Serra consiga reunir 10% daquele público no Rio de Janeiro, que ficou debaixo da chuva até o fim, mesmo que Serra fizesse um comício com o céu estrelado, sem chuva e sem frio.

A campanha de Serra e o PIG (imprensa golpista e demo-tucana) ficaram com medo. Foi uma demonstração de força. Há união das lideranças políticas no Rio em torno de Dilma, há uma campanha coesa, construtiva, que tem o que mostrar. Mas há, sobretudo, apoio popular de massa.

Do Os Amigos do Presidente Lula: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/07/chora-serra-video-do-comicio-comprova-o.html

Chora Serra...: Vídeo do comício comprova o sucesso e desmente PIG - I

José Serra mentiu sobre o programa de AIDS

Por Dalva Teodorescu

Cinco centrais sindicais soltaram um manifesto onde diziam que o candidato José Serra teria mentido quando anunciou que a emenda vinculando o PIS/PASEP ao seguro desemprego e o Fundo de Amparo ao Trabalhador seria criação sua.

Em resposta o senador Sérgio Guerra saiu em defesa do governador dizendo que ele teria participado com outros do projeto e se enrolou todo na explicação. Não convenceu. O Estadão de hoje, claro, saiu também na tentativa de explicar o inexplicável.

Na verdade José serra gosta se apropriar de realizações que não são suas. Serra vem afirmando e convencendo até os editores do Jornal da TV Brasil de que ele criou o programa de AIDS.

Imagine. O Programa de AIDS foi criado em 1983 em São Paulo pelo médico Paulo Teixeira no governo de Franco Montoro do então MDB, com o apoio do então Secretário da Saúde João Yunes.

Em 1986 a bióloga Lair Guerra assume a coordenação do Programa Nacional de AIDS e o expande para todos os estados da federação.

Em 1991 o ministro Alcenir Guera inicia a compra de medicamentos antirretrovirais e seu sucessor o ministro Adib Jatene daria continuidade a essa compra em 1992.

Em 1996 foi aprovada a lei garantindo aos pacientes de AIDS o acesso universal ao tratamento com antirretrovirais.

No início de 1996 o ministro Adib Jatene passa a incentivar as discussões para a produção de antirretrovirais genéricos para tratamento de AIDS.

No início da gestão do ministro Carlos Albuquerque (1996-1998) teve início as primeiras consultas sobre a possibilidade de se fabricar genéricos antirretrovirais pelo laboratório Farmanguinhos.

O primeiro medicamento genérico fabricado por Farmanguinhos, o comprimido DDI, se torna disponível para os pacientes em 1998.

No final dos anos noventa, o Brasil é pioneiro entre os países em desenvolvimento no fornecimento gratuito dos antirretrovirais e assume gradualmente a liderança internacional na promoção do tratamento com antirretrovirais.

O país passa a ser uma referência para governos de países em desenvolvimento e para o movimento da sociedade civil internacional.

José Serra assume o ministério da saúde no final de 1998 quando o processo de produção de genéricos já tinha sido iniciado.

No ano dois mil, quase vinte anos depois do surgimento do primeiro programa de AIDS e de reconhecido sucesso do programa de AIDS brasileiro no âmbito internacional, a produção de antirretrovirais genéricos desencadearia o debate global sobre a propriedade intelectual dos medicamentos, que levou a um acordo internacional contido na declaração sobre patentes e saúde pública, assinada em dezembro de 2001 em Doha, Qatar, por todos os membros da OMC.

Nessa ocasião de fato José Serra era o ministro da saúde e encampou a disputa com a OMC do qual o Brasil saiu vitorioso.

Serra simplesmente deu continuidade a uma linha de trabalho adotada desde o início pelo Programa Nacional de AIDS, independente de mudanças na sua coordenadoria e da mudança de governos ao longo dos anos.

Não tem porque o candidato tucano se apropriar de 25 anos de história da AIDS. Serra mentiu sobre sua participação na AIDS como mentiu quando disse que era o criador do FAT e da vinculação do PIS/PASEP ao seguro desemprego.

Do Mulheres de Fibra: http://somosmulheresdefibra.blogspot.com/2010/07/jose-serra-mentiu-sobre-o-programa-de.html

Campanha declarada da imprensa contra petistas pode ser ilegal

Sugiro ao leitor que leia atentamente este post porque dele resultará um possível e inédito esforço da sociedade civil para combater o uso ilegal de poder econômico e de recursos públicos por empresários do setor de comunicação, em claro favor de uma facção política.

Para entender a questão que estou propondo voltemos à última terça-feira (13/7), quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou o jornal O Estado de Minas em R$ 7 mil por fazer “campanha antecipada” para o candidato do PSDB à Presidência, José Serra.

Segundo notícia vagamente reproduzida em alguns grandes portais de internet – e que as imprensas escrita, televisada e radiofônica esconderam total ou parcialmente –, “O veículo foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) de publicar, em seu caderno de política, no dia 10 de abril deste ano, reportagem alusiva ao lançamento da pré-candidatura de José Serra à Presidência da República”.

A denúncia do MPE foi acolhida pela ministra substituta do TSE, Nancy Andrighi, que multou o jornal mineiro.

Por certo, não é a primeira vez que um meio de comunicação é multado por fazer campanha ilegal para um candidato, mas não me lembro de outro caso igual envolvendo um veículo do porte de O Estado de Minas.

O fato supra mencionado me voltou à mente na manhã deste sábado (17/7). Como a minha filha caçula, de onze anos, está novamente internada, a fim de passar o tempo entre a noite de sexta-feira até agora, devorei vários jornais e revistas comprados na banca em frente ao hospital.

Foi aí que me veio o pensamento de que os mais eminentes órgãos de imprensa escrita estão fazendo campanha eleitoral em favor de Serra tanto quanto o Estado de Minas, só que na forma de campanha negativa contra Lula, Dilma e o PT.

Impressionou-me a avaliação desses órgãos de imprensa todos juntos. É impossível ler qualquer um deles sem que a enorme dose de más notícias contra o presidente da República, contra a sua candidata e contra o partido dos dois chame a atenção do leitor.

Comprei O Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo, O Globo e as revistas Veja e Época

Todos juntos continuam acusando a campanha de Dilma de ter feito dossiê contra Serra e Eduardo Jorge valendo-se do poder do governo Lula sobre a Receita Federal.

Todos juntos contam que a Sociedade Interamericana de Imprensa considerou o governo Lula antidemocrático e o acusou de atentar contra a liberdade de imprensa.

Todos juntos criticam Dilma por “guardar dinheiro debaixo do colchão”, valendo-se de declaração de bens dela à Justiça Eleitoral ao se registrar como candidata.

Todos juntos manipularam o comparecimento de público ao comício com Dilma e Lula no Rio. A Folha chegou a dizer que só mil pessoas foram ao evento, o que, lendo a matéria, descobre-se que foi o que restou de público depois de cair um temporal.

Todos juntos acusam o presidente Lula de “violar as leis” por apoiar publicamente a sua candidata, ignorando total ou parcialmente que Serra também está sendo multado por infringir a lei eleitoral.

As poucas notícias desfavoráveis a Serra, além do volume infinitamente menor delas, tampouco aparecem na primeira página ou na capa desses veículos. E aparecem bem pouco. Para cada 10 notícias ou comentários contra os petistas aparecem, no máximo, um ou dois contra os tucanos, se tanto.

Afirmo publicamente que os jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e o Globo, bem como a revista Veja, fizeram e continuam fazendo campanha escancarada para Serra e campanha negativa contra Lula, Dilma e o PT fora da época permitida pela lei eleitoral.

A mera análise de um período maior de tempo revelará uma prática sistemática desses órgãos de imprensa de fazerem campanha negativa contra os petistas. É preciso trazer esses números à ordem do dia. Há que apurá-los, divulgá-los e entregá-los à Justiça.

Vale lembrar que o conceito de “campanha eleitoral negativa” surgiu recentemente, quando o sindicato dos professores paulistas, a Apeoesp, promoveu atos públicos contra o governo do Estado, o que foi considerado campanha negativa contra Serra pelo TSE, que multou o sindicato.

A sociedade civil não pode mais aceitar que a imprensa faça campanha tão descarada contra Lula, Dilma e o PT e a favor de Serra e do PSDB. A mesma Justiça Eleitoral que está punindo políticos e meios de comunicação por campanha antecipada, tem obrigação de reconhecer e punir o volume impressionante da campanha escancarada dos veículos supra mencionados.

Que fazer, diante de uma situação de afronta às leis e de verdadeira chacota por parte de uma mídia que se transformou em linha auxiliar da campanha presidencial tucana? Novamente, acho que será preciso jogar a sociedade civil em cima deles.

Só que essa ação precisa ser muito bem estudada. Até porque, dará um trabalho enorme quantificar o volume impressionante de matérias atacando Lula, Dilma e o PT. E é justamente na quantificação dessas matérias, na desproporção absurda em relação aos candidatos que está o fio da meada.

Desta forma, pretendo formar um núcleo de pessoas dispostas a colaborar com a preparação de uma reação da sociedade civil à afronta que esses grandes órgãos da imprensa escrita estão praticando contra as leis.

Estudaremos se caberá de fato ao Movimento dos Sem Mídia tomar uma atitude nessa questão. Sendo assim, quero formar um grupo de filiados ao MSM ou não para que reunamos todo o material necessário a uma medida judicial. Aceitaremos voluntários para a tarefa.

Estou entrando em contato com o setor jurídico do MSM, pedindo estudo do assunto e propondo que nossa organização se reúna talvez até com juristas independentes para melhor analisarmos as opções de reação ao abuso da imprensa escrita.

Será nesse momento que precisaremos do esforço de todos vocês para que consigamos, novamente, outros milhares de assinaturas de apoio à medida que nós, do MSM, poderemos vir a tomar conforme a natureza da análise do nosso setor jurídico.

Peço a cada uma das centenas de pessoas que acabam de se filiar à ONG que consiga apoios à possível representação ao MPE, pois esses apoios, chegando novamente aos milhares, colocarão a Justiça na obrigação de dar uma reposta séria e muito bem ponderada à propositura que lhe poderá ser feita.

Em minha visão, seria facílimo provar que Globo, Folha, Veja e Estadão estão fazendo campanha para Serra desde muito antes do permitido pela lei tanto quanto fez o jornal O Estado de Minas.

Bastará apurar o que fizeram esses veículos no decorrer deste ano. Está tudo muito bem registradinho. Claro que virão com aquela conversa de que são isentos e de que tratam todos os candidatos da mesma forma, mas será brincadeira de criança provar que é mentira.

Logo, logo voltarei ao assunto para tratá-lo em bases mais concretas. Aguardem-me.

Do blog do Eduardo Guimarães: http://www.blogcidadania.com.br/2010/07/campanha-declarada-da-imprensa-escrita-contra-petistas-pode-ser-ilegal/

A calúnia golpista da SIP contra o presidente Lula

Os jornais de hoje estampam declaração do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa, Alejandro Aguirre, afirmando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não pode ser chamado de democrático”. O ataque se estende aos demais países da região que são administrados por partidos de esquerda. Esses governos, de acordo com o dirigente da SIP, “se beneficiam de eleições livres para destruir as instituições democráticas”.

Certamente é importante, para os leitores, conhecer a história dessa entidade antes de julgar a credibilidade das declarações de seu principal dirigente. Fundada nos Estados Unidos em 1946, a SIP teve papel fundamental durante a Guerra Fria. Empenhou-se com afinco a etiquetar como “antidemocráticos” os governos latino-americanos que não se alinhavam com a Casa Branca. Constituiu-se em peça decisiva da guerra psicológica que antecedeu os levantes militares no continente entre os anos 60 e 80.

Orgulha-se de reunir 1,3 mil publicações das Américas, com 40 milhões de leitores. Entre seus membros mais destacados, por exemplo, está o diário chileno El Mercurio, comprometido até a medula com a derrubada do presidente constitucional Salvador Allende, em 1973, e a ditadura do general Augusto Pinochet

Outros jornais filiados são os argentinos La Nación e El Clarín, apoiadores de primeira hora do golpe sanguinário de 1976, liderado por Jorge Videla. Aliás, suspeita-se que a dona desse último periódico recebeu como recompensa um casal de bebês roubado de seus pais desaparecidos.

A lista é interminável. O vetusto diário da família Mesquita, Estado de S.Paulo, também foi militante estridente das fileiras anticonstitucionais, clamando e aplaudindo, em 1964, complô contra o presidente João Goulart. Mas não foi atitude solitária: outros grupos brasileiros de comunicação, quase todos também inscritos na SIP, seguiram a mesma trilha golpista.

Os feitos dessa organização, entretanto, não são registros de um passado longínquo. Ou é possível esquecer a histeria da imprensa venezuelana, em abril de 2002, no apoio ao golpe contra o presidente Hugo Chávez? Naquela oportunidade, a SIP não deixou por menos: a maioria de seus filiados foi cúmplice da subversão oligárquica em Caracas.

Uma trajetória dessas é para deixar até o mais crédulo com as barbas de molho. Qual a autoridade dos dirigentes dessa agremiação para falar em democracia, com sua biografia banhada na lama e no sangue? O que fazem é se aproveitar dos espaços públicos sobre os quais exercem propriedade privada para conspirar, agredir e manipular.

Ainda mais quando apelam à calúnia. A imensa maioria dos veículos de imprensa no Brasil dedica-se à desabusada oposição contra o presidente Lula e seu partido. Nenhuma publicação dessas foi fechada ou censurada por iniciativa de governo. Circulam livremente, apesar de muitos terem atravessado o Rubicão que separa o jornalismo da propaganda política, violando as mais comezinhas regras de equilíbrio editorial.

As palavras do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa, dessa forma, devem ser compreendidas através do código genético de Aguirre e seus pares. Hoje, como antes, atacam os governos progressistas porque desejam sua desestabilização e derrocada. Insatisfeitos com os resultados e as perspectivas eleitorais de aliados políticos, tratam de vitaminá-los com factóides de seu velho arsenal.

A história do presidente Lula, afinal, é de absoluto respeito à Constituição e à democracia. O mesmo não pode ser dito da SIP, cujas impressões digitais estão gravadas na história dos golpes e ditaduras que infelicitaram a América Latina.

*Breno Altman é jornalista e diretor editorial do site Opera Mundi

Do Opera Mundi: http://operamundi.uol.com.br/opiniao_ver.php?idConteudo=1182

Solidaridad Internacional con la lucha del pueblo panameño

Distintas organizaciones a nivel internacional han condenado la represión contra el pueblo de Bocas del Toro y se manifiestan en apoyo a la lucha del pueblo contra la Ley 30, por la libertad de Jaime Caballero, contra los procesos amañados abiertos contra dirigentes populares y sindicales y por el cese de la represión.

Entre estas organizaciones de una larga lista, podemos mencionar Comisiones Obreras, UGT, FECOMA de España y Catalunya, Corriente Roja (Co. Bas.) de España PSCC, Frente Nacional de Lucha de Guatemala, LAB de Países Vascos, CSA, AMADH de México, Frente Sindical Salvadoreño, ANEP de Costa Rica, Central Social Juanito Mora de Costa Rica, CTC (Cuba), Sinti Techa de El Salvador, Confederación de Trabajadores por Cuenta Propia (CTCP-FNT) de Nicaragua, RED SEICAP, FSM, ICM, CAD, CHAAC, INTERVIDA, Comité Mesoamérica, Campaña Regional Contra la Flexibilidad Laboral, ASEPROLA, Nuestra América, Confederación General de Trabajadores del Perú-CGTP, Fundación Pueblo Indio de Ecuador, Rebanadas de Realidad, Jubileo Sur, Diario Digital Nuestro País de Costa Rica, ALBA TV, Radio Sur, Radio Nacional de Venezuela, Voces Nuestra, Red AMARC, organizaciones diversas de Venezuela, Chile, Argentina y Brasil han brindado su apoyo, y por supuesto FRENADESO Catalunya y Kaos en la Red.

Tanto en Madrid como en Barcelona, los compañeros de CC.OO. y FECOMA efectuaron piqueteos ante la Embajada y Consulado de Panamá, respectivamente, y entregaron una nota de protesta. Se efectuaron conferencias de prensa y se entregó carta al Ministro de Relaciones Exteriores de España

FECOMA también denunció en rueda de prensa a la empresa Sacyr Valleheromos parte del consorcio Unidos por el Canal que desarrolla el proyecto de Ampliación del Canal.

Agradecemos estas inmensas muestras de solidaridad que han permitido divulgar la situación crítica que confronta el pueblo panameño en materia de represión y violaciones a los derechos humanos. Pedimos disculpas por las omisiones.

Gracias especiales a Kaos en la Red, y otras redes como Indymedia, Rebelión, Librered y otras que han permitido a los panameños informarse en esta coyuntura.

De El Webgerrillero: http://puentesurrd.blogspot.com/2010/07/solidaridad-internacional-con-la-lucha.html

A velha mídia finge que o país não mudou

Por Venício A. de Lima em 16/7/2010

Apesar de não haver consenso entre aqueles que estudaram o processo eleitoral de 1989 – as primeiras eleições diretas para presidente da República depois dos longos anos de regime autoritário –, é inegável que a grande mídia, sobretudo a televisão, desempenhou um papel por muitos considerado decisivo na eleição de Fernando Collor de Mello. O jovem e, até então, desconhecido governador de Alagoas emergiu no cenário político nacional como o "caçador de marajás" e contou com o apoio explícito, sobretudo, da Editora Abril e das Organizações Globo.

No final da década de 80 do século passado, o poder da grande mídia na construção daquilo que chamei de CR-P, cenário de representação da política, era formidável. A mídia tinha condições de construir um "cenário" – no jornalismo e no entretenimento – onde a política e os políticos eram representados e qualquer candidato que não se ajustasse ao CR-P dominante corria grande risco de perder as eleições. Existiam, por óbvio, CR-Ps alternativos, mas as condições de competição no "mercado" das representações simbólicas eram totalmente assimétricas.

Foi o que ocorreu, primeiro com Brizola e, depois, com Lula. Collor, ao contrário, foi ele próprio se tornando uma figura pública e projetando uma imagem nacional "ajustada" ao CR-P dominante que, por sua vez, era construído na grande mídia paralelamente a uma maciça e inteligente campanha de marketing político, com o objetivo de garantir sua vitória eleitoral [cf. Mídia: teoria e política, Perseu Abramo, 2ª. edição, 1ª. reimpressão, 2007].

2010 não é 1989

Em 2010 o país é outro, os níveis de escolaridade e renda da população são outros e, sobretudo, cerca de 65 milhões de brasileiros têm acesso à internet. A grande mídia, claro, continua a construir seu CR-P, mas ele não tem mais a dominância que alcançava 20 anos atrás. Hoje existe uma incipiente, mas sólida, mídia alternativa que se expressa, não só, mas sobretudo, na internet. E – mais importante – o eleitor brasileiro de 2010 é muito diferente daquele de 1989, que buscava informação política quase que exclusivamente na televisão.

Apesar de tudo isso, a velha mídia finge que o país não mudou.

O CR-P do pós-Lula

Instigante artigo publicado na Carta Maior por João Sicsú, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do IPEA e professor do Instituto de Economia da UFRJ, embora não seja este seu principal foco, chama a atenção para a tentativa da grande mídia de construir, no processo eleitoral de 2010, um CR-P que pode ser chamado de "pós-Lula".

Ele parte da constatação de que dois projetos para o Brasil estiveram em disputa nos últimos 20 anos: o estagnacionista, que acentuou vulnerabilidades sociais e econômicas, aplicado no período 1995-2002, e o desenvolvimentista redistributivista, em andamento. Segundo Sicsú, há líderes, aliados e bases sociais que expressam essa disputa. "De um lado, estão o presidente Lula, o PT, o PC do B, alguns outros partidos políticos, intelectuais e os movimentos sociais. Do outro, estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), o PSDB, o DEM, o PPS, o PV, organismos multilaterais (o Banco Mundial e o FMI), divulgadores midiáticos de opiniões conservadoras e quase toda a mídia dirigida por megacorporações".

O que está em disputa nas eleições deste ano, portanto, são projetos já testados, que significam continuidade ou mudança. Este seria o verdadeiro CR-P da disputa eleitoral para presidente da República.

A grande mídia, no entanto, tenta construir um CR-P do "pós-Lula". Nele, "o que estaria aberto para a escolha seria apenas o nome do ‘administrador do condomínio Brasil’. Seria como se o ‘ônibus Brasil’ tivesse trajeto conhecido, mas seria preciso saber apenas quem seria o melhor, mais eficiente, ‘motorista’. No CR-P pós-Lula, o presidente Lula governou, acertou e errou. Mas o mais importante seria que o governo acabou e o presidente Lula não é candidato. Agora, estaríamos caminhando para uma nova fase em que não há sentido estabelecer comparações e posições (...); não caberia avaliar o governo Lula comparando-o com os seus antecessores e, também, nenhum candidato deveria (ser de) oposição ou situação (...); projetos aplicados e testados se tornam abstrações e o suposto preparo dos candidatos para ocupar o cargo de presidente se transforma em critério objetivo".

Sicsú comenta que a tentativa da grande mídia de construir esse CR-P se revela, dentre outras, na maneira como os principais candidatos à Presidência são tratados na cobertura política. Diz ele: "a candidata Dilma é apresentada como: ‘a ex-ministra Dilma Rousseff, candidata à Presidência’. Ou ‘a candidata do PT Dilma Rousseff’. Jamais (...) Dilma (é apresentada) como a candidata do governo (...)". Por outro lado, "Serra e Marina não são apresentados como candidatos da oposição, mas sim como candidatos dos seus respectivos partidos políticos. Curioso é que esses mesmos veículos de comunicação, quando tratam, por exemplo, das eleições na Colômbia, se referem a candidatos do governo e da oposição".

Novos tempos

Muita água ainda vai rolar antes do dia das eleições. Sempre haverá uma importante margem de imprevisibilidade em qualquer processo eleitoral. Se levarmos em conta, no entanto, o que aconteceu nas eleições de 2006, o poder que a grande mídia tradicional tem hoje de construir um CR-P dominante não chega nem perto daquele que teve há 20 anos. E, claro, um tal CR-P não significaria a eleição garantida de nenhum candidato (a).

O país realmente mudou. A velha mídia, todavia, insiste em "fazer de conta" que tudo continua como antes e seu poder permanece o mesmo de 1989. Aparentemente, ainda não se convenceu de que os tempos são outros.

Do Observatório da Imprensa: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=598JDB017

POR EL RESCATE DE LA CULTURA AFROAMERICANA

Material extraído del libro" Leyendas, mitos y tradiciones de la Banda Oriental" del historiador Gonzalo Abella Betum San Ediciones

Estoy segura que si hacemos una encuesta callejera y preguntamos por ANSINA, tanto adultos como niños nos responderian que ANSINA ERA UN NEGRO QUE LE CEBABA MATE A ARTIGAS, muchas veces no puedo evitar preocuparme y en este caso ocuparme de mi pequeño aporte al rescate de nuestra cultura, porque ademas de etnocidio y genocidio me atrevo hablar de culturicidio.

Duro destino el de los afroamericanos. Si Joaquín Lencina no hubiera nacido negro nadie hubiera puesto en duda la veracidad de las recopilaciones que Hammerly Dupuy hiciera de sus poemas, y éste mismo gozaría de mayor celebridad en la historiografía uruguaya por devolvernos una fuente esencial para saber más de nosotros mismos.

Ansina aprendió a leer y escribir en lenguas europeas castizas, pero hablaba el lenguaje gaucho de su época y de su pago. Quiero decir que no escribía como hablaba. Términos guaraníes, charrúas, bozales, portugueses, españoles arcaicos y hasta quíchuas eran comunes en el habla rural de la Banda Oriental y el Entre Ríos, en diferente proporción en cada paraje. El mundo gaucho era a la vez fusión y coexistencia fraterna de las culturas discriminadas.

Al nacer el siglo XIX Ansina cumple 40 años. Por entonces, debilitados los lazos regulares de estas tierras con España por las guerras en el Viejo Continente, las instituciones coloniales creadas por la Reforma Borbónica viven una puja interna entre tres fuerzas que pugnan por su control, con desiguales posibilidades: los monárquicos, los independentistas urbanos y los partidarios de la participación de las culturas discriminadas y oprimidas en la administración de sus propios asuntos. Entre los exponentes de esta tercera corriente están algunos sacerdotes radicales, Artigas y Ansina.

La historia de estos años es un juego de ajedrez en que las tres cosmovisiones enfrentadas procuran mover sus piezas en el tablero americano ocupando posiciones de poder; todavía no se plantea el jaque al Rey, sino que cada cual prepara sus fuerzas. Las cabezas jerárquicas (obispos, virreyes y gobernadores) son en general leales al Rey; allí no hay lucha. En cambio el forcejeo silencioso de realistas con logias urbanas y culturas discriminadas se da en otros espacios de poder que también son claves: el bajo clero, los cabildos locales y la oficialidad con mando directo de tropa.

¿Era Ansina un líder religioso y espiritual? En su poesía nos da algunas claves para reflexionar. "Sólo Artigas sabe hacia dónde voy", afirma, lo cual desmiente claramente el papel explícito de edecán-sirviente que le atribuye la Historia Oficial.

En su último poema conocido se proclama cristiano y dice que muy pocos siguen el verdadero mensaje de Jesús, y por otra parte añade que él "nuca adoró dioses sentados". Esta curiosa afirmación me llevó a consultar a expertos en animismo africano. Se me explicó que los dioses imperiales mucha veces aparecen sentados en tronos, mientras que los espíritus que están cerca del pueblo caminan junto a él.

Al excluir a los "dioses sentados" entre los objetos de su culto, Ansina no renuncia a todo el animismo africano, más bien toma partido dentro de él por los espíritus solidarios y caminantes. Esta hipótesis que sostengo se adecua además al contexto en que Ansina vivió, especialmente a la cosmovisión de resistencia de los afrobrasileños entre los que se terminó de formar su fuerte personalidad.

Tampoco es de extrañar la cautela de Ansina en sus versos escritos en el Paraguay; allí es parte de un grupo exiliado, sobreviviente de un proyecto federalista y multicultural que no coincide en sus métodos con el proyecto del gobierno paraguayo. Por ello, los poemas de sus últimas décadas son sobre todo de evocación, para guardar la memoria de aquella gesta hoy derrotada pero en espera de tiempos mejores que -él fue convenciéndose de ello- ya no vería con sus ojos debilitados ni viviría para esperarlos.

No sería de extrañar tampoco que el conjunto de los orientales artiguistas le hayan encomendado a Ansina esa misión testimonial. Eso explicaría el celo de Ledesma por guardar los manuscritos en los años terribles de la Triple Alianza y quizás vinculen a Ansina con Lorenzo Ponchito y sus misteriosos papeles guardados en un buche de ñandú.

En cuanto a mí, he tratado de relacionar varias líneas de investigación para hacer un aporte a este fascinante patrimonio documental. Básicamente ellas han sido:

- La revisión crítica de los textos de Ansina en la única versión que disponemos, o sea la del propio Hammerly.

- El aporte que me ha brindado el Movimiento Unificado Negro do Brasil gracias a los contactos de este movimiento con Mundo Afro especialmente durante 1997; así pude reconstruir la vida y las conspiraciones afroamericanas en los ingenios paulistas donde Ansina vivió.

- Los vínculos continentales y extracontinentales del movimiento de resistencia afroamericano, desde Palmares y Cartagena de Indias hasta el siglo XIX.

- Las características de la Banda Oriental rural en los siglos XVIII y XIX, tierra difícil de controlar, refugio de perseguidos, pradera de contrabando y frontera oceánica, es decir, privilegiado lugar de circulación informativa.

- El ajedrez político que empiezan a jugar las culturas discriminadas que pasan de la fase de cooperación ingenua con el invasor a la fase de resistencia armada y luego a una combinación de métodos de lucha, integrando sociedades de resistencia, multiplicando contactos y redes solidarias, enmascarando sus ritos y procurando que su gente o sus aliados ocupen puestos claves en cabildos locales, fuerzas armadas y aún en el bajo clero.

- Los aportes de Marina Machado en San Gregorio de Polanco y los de antiguos vecinos de la ciudad de Artigas sobre la historia de los Lencina, vinculados a San Eugenio del Cuareim, así como los descendientes de Manuel Antonio Ledesma en el Paraguay, especialmente en Guarambaré y San Lorenzo.

- La memoria de los ancianos de Camba Cuá en el Paraguay.

A partir de todo ello reconstruyamos hasta donde hoy se puede la vida de Joaquín Lencina

Do blog da Elaine Castro: http://bloguerosrevolucion.ning.com/profiles/blogs/por-el-rescate-de-la-cultura

Procuradora pode ter feito campanha subliminar para Serra no exercício do cargo

A Folha perguntou à procuradora Sandra Cureau o que ela achava do governador de SP, Alberto Goldman (PSDB), ficar citando José Serra em seus discursos. A resposta veio na forma de um camuflado mas óbvio elogio ao presidenciável tucano: "Não pode, falando oficialmente como governador, dizer as coisas boas que Serra fez. Ele está indicando à população que Serra é a pessoa ideal para governar o país", disse Cureau. Ela pode ser acusada de abuso de poder.

por Weden, no blog de Luis Nassif

Convenhamos. A sub-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau é, no mínimo, uma personagem folclórica. Trago um exemplo fictício, e depois sigo com o exemplo da vida real nos ofertado pela procuradora.

Joana chega para Maria e reclama: "Maria, você não deveria falar sobre o quanto Pedro é desonesto"

Ora, o que Joana disse foi: [Pedro é desonesto] [Você não deveria falar sobre].

Lula fez algo parecido há dias: desculpou-se por ter elogiado Dilma em discurso, fazendo novo elogio.

Traduzindo a estratégia de Lula teríamos: [Nunca mais direi que] [Sem Dilma, o trem bala não sairia]

A imprensa criticou o primeiro elogio de Lula a Dilma e o segundo também. Todo mundo percebeu que Lula fez uma mea culpa retórica. A procuradora Sandra Cureau também percebeu. E ameaçou Lula - e Dilma - pela enésima vez.

Logo depois, a rede informou que Alberto Goldman estava fazendo o mesmo: utilizando eventos pagos com o dinheiro do contribuinte para fazer campanha para José Serra.

A Folha de São Paulo, pautada pela rede, confirmou, quase que numa mea culpa editorial, que o governador de São Paulo citou o candidato correligionário dezenas de vezes em seus discursos.

Foram perguntar à procuradora o que ela achava disso. A resposta deve entrar para os anais das curiosidades das eleições de 2010.

Partindo do pressuposto de que a Folha transcreveu fielmente a declaração da entrevistada, a procuradora disse:

"Não pode, falando oficialmente como governador, dizer as coisas boas que Serra fez. Ele está indicando à população que Serra é a pessoa ideal para governar o país."

Desmembrando, teríamos

E1. ["Não pode, falando oficialmente, como governador dizer]"

E2. ["as coisas boas que Serra fez"]

E3. [Ele está indicando à população que]

E4. ["Serra é a pessoal ideal para governar o país"]

Os enunciados 1 e 3 trazem um alerta ao governador Alberto Goldman. Mas os enunciados 2 e 4 são reafirmações do que Alberto Goldman disse.

Seria muito diferente se a procuradora, ouvida pela Folha, dissesse que "O governador não pode, falando oficialmente, elogiar Serra em público, indicando à população a opinião dele sobre o candidato do mesmo partido"

O que a procuradora fez foi embutir um elogio a Serra numa suposta crítica ao governador. Isso é campanha. E com o dinheiro do contribuinte.

A procuradora pode ser denunciada por abuso de poder. (Do Portal Vermelho)

Em tempo: o endereço do Conselho Nacional do Ministério Público é: secretaria@cnmp.gov.br

Do Os amigos da Presidente Dilma: http://osamigosdapresidentedilma.blogspot.com/2010/07/procuradora-pode-ter-feito-campanha.html

Nicaragua celebra en grande el Día Nacional de la Alegría

Con numerosas actividades culturales, deportivas e inauguraciones de obras sociales, el pueblo nicaragüense celebra este sábado 17 de Julio, el Día de la Alegría Nacional en saludo a la fecha en que hace 31 años, el dictador Anastasio Somoza Debayle huyó del país ante el empuje victorioso del pueblo vanguardizado por el Frente Sandinista.

Para demostrar su alegría y esperar la llegada del 19 de Julio, Día de Fiesta Nacional por el 31Aniversario de la Revolución, los jóvenes organizados en la Juventud Sandinista y la Federación de Estudiantes de Secundaria, realizan su III Festival en la Avenida Universitaria, de Managua.

Además, se realiza un encuentro de Juventudes y Estudiantes de Centroamérica, México y el Caribe, en la Universidad Nacional Autónoma de Nicaragua, en Managua, en donde analizan el papel de los jóvenes en los procesos revolucionarios de nuestros pueblos.

En la Avenida Universitaria, los jóvenes efectúan un grandioso carnaval musical, deportivo y cultural, para celebrar los logros alcanzados en esta nueva etapa de la Revolución y la reivindicación de los derechos de los nicaragüenses a la salud y la educación gratuita, a una vivienda, a la tierra y al derecho de alcanzar una forma de vida digna.

En las actividades deportivas que se realizan en homenaje al tri campeón mundial de boxeo Alexis Argüello participan más de 30 equipos de varones y 25 de mujeres de distintas disciplinas, originarios de Managua y de otros departamentos del país, que realizan un derroche de energía y de vibras positivas en saludo a la Revolución.

En la Avenida Universitaria de Managua, las instituciones y entes autónomos del Estado de Nicaragua también realizan una exposición colectiva con numerosos stands en donde se informa de manera detallada los logros alcanzados en la II Etapa de la Revolución para que la juventud y el pueblo en general conozca todos estos avances.

Paralelo a las actividades de la Juventud, en la Universidad Nacional de Ingeniería también se está desarrollando un Encuentro de Rectores de las universidades de los países de la Alianza Bolivariana de los países de nuestra América, que reflexionan sobre el rol de la educación superior en los procesos de transformación de los pueblos.

En virtud del aniversario de los 31 años de la Revolución, líderes de los movimientos sociales de América Central y del Caribe también están reunidos en Managua, con el propósito de fortalecer los lazos de comunicación y colaboración con los movimientos sociales de la región.

Durante el encuentro, los debates están relacionados con el tema central "El papel de los movimientos populares, sociales y sindicales en la lucha por el poder político", y también abordarán temas relacionados con el II Encuentro de Movimientos Sociales de América Central y el Caribe, que se realizará el próximo mes de octubre.

Dentro de las mismas festividades, el Instituto Nicaragüense de Cultura, y amigos de la Solidaridad Nicaragua-Alemania, inauguraron y desvelizaron un gigantesco Mural denominado “Monimbó en Berlín”, ubicado en el frontis del Salón Azul del Palacio Nacional de la Cultura, que rinde homenaje a la lucha incansable del pueblo de Nicaragua.

Por otro lado, los comerciantes de los mercados “Roberto Huembes” y “Oriental”, de Managua, realizan ventas de productos alimenticios con precios solidarios, mientras que en el mercado Virgen de Candelaria se celebró la II Feria del Baho y en el mercado “Israel Lewites” se inauguró un nuevo módulo para 150 comerciantes, que tuvo una inversión de 3 millones y medio de córdobas.

Por su parte, el gobierno sandinista del presidente Daniel Ortega orientó que a este sábado se concluya la entrega de 15 mil paquetes de alimentos para unas 15 mil madres de héroes y mártires y discapacitados en situación crítica que fueron detectados por la brigada cubana-nicaragüense “Todos con Voz” en el territorio nacional.

En la mayoría de barrios de Managua y los departamentos, las organizaciones del FSLN también están realizando entregas de carné de militancia sandinista, mientras que los Gabinetes del Poder Ciudadano organizan fiestas para los niños con piñatas, refrigerios y caramelos.

Como parte de las celebraciones, en los diferentes municipios del país se realizan encuentros de jóvenes y combatientes históricos, y en San Ramón, Matagalpa, funcionarios del Instituto de la Vivienda Urbana y Rural supervisan un proyecto de urbanización 25 viviendas nuevas para familias de escasos recursos.

Este mismo día, a Nicaragua estarán llegando los jefes de estado y gobierno de Abjasia y Osetia del Sur, y se contará con la visita de Aily Labañino, hija de Ramón Labañíno uno de los cinco héroes cubanos presos en Estados Unidos por su lucha contra el terrorismo, quienes sostendrán encuentros con el compañero presidente Daniel Ortega

Do blog de Sergio Jose Martinez: http://bloguerosrevolucion.ning.com/profiles/blogs/nicaragua-celebra-en-grande-el

Presidente da CUT reafirma: Serra, o P-P-P-P, é mentiroso mesmo!

O Presidente nacional da CUT, Artur Henrique, no artigo a seguir de sua autoria, reafirma as mentiras de Serra sobre o FAT:

Serra, o P-P-P-P, é mentiroso mesmo

Na noite de quinta, 15, respondendo a jornalistas no Rio de Janeiro e também durante minha fala na abertura de ato político com a presença do governador Sérgio Cabral, repeti que o Serra é mesmo mentiroso quando fala que foi autor dos projetos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e do seguro-desemprego.

Serra não é autor. Então, é mentiroso. Prova maior é ele ter dito ontem, numa tentativa de recuar um pouco e torcer para ninguém notar, que não é mais autor, é “co-autor”.

Sobre ter dito que a CUT é pelega, também mente. E incorre num discurso da mais empedernida direita. Serra, com a formação que tem e a experiência política que teve, sabe bem o que é peleguismo e sabe que a CUT não é pelega. Sabe disso inclusive porque fomos nós que enfrentamos durante o governo dele e do FHC diversas tentativas de retirada de direitos dos trabalhadores.

Um dos projetos do Serra/FHC era mexer no artigo 618 da CLT, que flexibilizaria as regras e abriria uma imensa avenida para os patrões extinguirem direitos como férias, por exemplo.

Nesse episódio, eles foram derrotados pela CUT e nossas entidades filiadas, que colocamos mais de um milhão de pessoas nas ruas, em protesto, no dia 21 de março de 2002.

No governo Lula e da ministra Dilma, nenhum direito dos trabalhadores foi retirado. Quando houve uma tentativa patronal para fazê-lo, através da famigerada emenda 3, Lula ouviu nossa reivindicação e vetou a emenda, em 2006. Tempos depois, a bancada patronal no Congresso tentou derrubar o veto e fomos para as ruas de novo, em diversas manifestações, e impedimos o retrocesso.

Parte do atual governo defendia uma reforma da Previdência que retirasse direitos. Fomos contra, pressionamos, e o governo entendeu. Inclusive com o Lula, publicamente, defendendo que o caráter social da Previdência, definido pela Constituição, derruba a tese de que o sistema é deficitário.

O salário mínimo teve uma série histórica de aumentos reais porque a CUT e as centrais foram para as ruas, nas Marchas Nacionais do Salário Mínimo, pressionar a elevação das verbas para esse fim previstas no orçamento da União.

Os trabalhadores e trabalhadoras públicos tiverem seus salários recompostos e carreiras reestruturadas porque a CUT fez greve e mobilização, além de ter sabido construir propostas e negociar. No governo Serra/FHC, o Estado foi desmantelado. No governo Lula, houve abertura de concursos.

Aumentou e muito o número de empregos formais no mercado privado.

Esse breve comparativo já mostra que não dá pra ter dúvida quanto a quem apoiar. Com a Dilma, esses avanços já consolidados permanecem, e acredito que será possível dialogar com seu governo, sensível à pressão popular, em busca de mais conquistas sociais.

Já o Serra é o candidato “P-P-P-P”s: Pedágio-Presídio-Privatização-Porrada nos professores.

Do Amigos do Presidente Lula: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/07/presidente-da-cut-reafirma-serra-o-p-p.html

24.000 muertes en el mundo al día por hambre. Crimen contra la humanidad II

24.000 muertes en el mundo al día por hambre. Crimen contra la humanida

24.000 muertes en el mundo al día por hambre. Crimen contra la humanidad

En las sociedades opulentas estamos muy preocupados por la deriva de la crisis económica mundial, por sus efectos y por las consecuencias que tendrá sobre nuestras vidas esta situación que el sistema neoliberal provoca de forma cíclica.

En las sociedades empobrecidas, la crisis económica no es percibida como tal, ya que es una situación continua y permanente de vida. Y de muerte.

En 1996 se celebró la primera Cumbre Mundial de la Alimentación en la sede en Roma de la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO, por sus siglas en inglés), donde los estados miembros firmaron la Declaración de Roma sobre la Seguridad Alimentaria Mundial en la que se estableció el compromiso de reducir a la mitad el hambre en el mundo antes de 2015, es decir, pasar de los 800 millones de personas a 400 millones.

Mañana 18 de julio se cumplen 5.000 días de la firma del compromiso y los datos son desoladores. Se ha pasado de 800 millones de personas a más de 1.020 millones de personas que pasan hambre, que es el dato más elevado desde 1970, año que se dispone por primera vez de estadísticas comparables. El hambre ha ido en aumento en el mundo aún antes de la actual situación de crisis económica mundial.

Alrededor de otros 2.000 millones de personas padecen “hambre oculta”, es decir, la carencia de micronutrientes básicos para el desarrollo de capacidades y funciones vitales en el ser humano.

Do PICAPIEDRA: http://picapiedra.info/2010/07/24-000-muertes-en-el-mundo-al-dia-por-hambre-crimen-contra-la-humanidad/

Lula desafia “procuradora qualquer” a dar o Golpe contra a Dilma

Num comício na Cinelândia, no Rio, que já foi conhecida como Brizolândia, Lula chamou a dra. Cureau a assumir a sua responsabilidade no jogo da democracia: a senhora quer impedir que eu eleja a Dilma ?

A senhora quer dar a vitória ao Serra no tapetão ?

A senhora não acredita que eleição se ganhe no voto ?

Foi isso o que Lula provavelmente quis dizer.

A dra Cureau, Procuradora do Tribunal Superior Eleitoral, parece querer ganhar a eleição sozinha.

Que tente.

‘Querem me inibir para fingir que eu não conheço a Dilma’, diz Lula

Lula afirmou em comício que há ‘premeditação’ para que saia da campanha. Eleição de Dilma vai mostrar que ‘mulher não é objeto de cama e mesa’, disse.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (16), durante comício da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no Rio de Janeiro, que há “uma premeditação” para que ele seja afastado da campanha da petista.

“Vocês estão acompanhando a imprensa diariamente. Vocês leem os jornais. Vocês veem televisão. Vocês escutam rádio. E (…) há uma premeditação de me tirarem da campanha política para não permitir que eu ajude a companheira Dilma a ser a presidente da República deste país. Na verdade, o que eles querem me inibir para fingir que eu não conheço a Dilma”, afirmou.

Em seu discurso, Lula disse que não é “homem de duas caras” para fingir que não conhece a candidata do PT. Ele chegou a citar “uma procuradora qualquer” ao sugerir as limitações impostas pela legislação eleitoral de sua participação na campanha da petista.

No site Amigos do presidente Lula é possível ter uma ideia do que aconteceu na Cinelândia, nesta sexta-feira (não será isso o que o Globo dirá, aquele jornal que, numa única primeira página, deu seis títulos para derrubar o presidente Lula):

O primeiro grande comício de campanha, com Dilma e Lula, no Rio de Janeiro, foi emocionante. Eu fui, e os leitores do blog que não puderam ir, podem se sentir representados. A caminhada da Candelária até a Cinelândia arrastou dezenas de milhares de pessoas que se reuniram na Cinelândia.

Enquanto os discursos não começaram, a praça e as ruas em volta estavam tomadas, cheia de gente circulando, “à paisana” ou “à caráter” com camisetas e bandeiras de seus partidos.

O tempo não ajudou, começou a chover antes mesmo dos discursos. Mesmo assim a maioria das pessoas não arredou o pé. Uns procuraram abrigo embaixo de alguma barraca de apoio, muitos abriram seus guarda-chuvas, onde quem tinha dava abrigo solidário a mais um ou dois companheiros ou companheiras, outros se cobriram com capas de chuva, outros até usaram bandeiras e faixas de plástico como capa. A galera mais animada não tava nem aí pra chuva e ficava molhada mesmo. Mas a multidão continuava lá.

Com Dilma no palanque vieram os discursos de candidatos ao Senado, o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Linderberg Farias (PT), foi muito aplaudido, e fez um rápido discurso contagiante, com a oratória de ex-presidente da UNE, mas daqueles que não viraram a casaca, como o candidato demo-tucano. Depois falou o ministro do trabalho, Carlos Lupi (PDT).

A multidão explodiu em “Olê, Olê… olê, olá… Lulá… Lulá”, quando anunciaram a chegada de Lula. A chuva caía mais forte, mas ninguém arredava o pé enquanto não ouvissem Lula e Dilma falarem.

Depois discursaram o vice-governador Pezão (PMDB), o candidato a vice de Dilma, Michel Temer (PMDB), o governador candidato à reeleição, Sérgio Cabral (PMDB). Todos aplaudidos.

Uma galera na faixa dos 18 a 20 anos ali perto, criaram seu grito: “A Dilma é … ou-sa-di-a! … A Dilma é… ousadia!” – gritavam toda hora que alguém falava no nome dela.

A multidão explodiu de novo, quando Lula assumiu o microfone.

Lula é daqueles políticos queridos igual a um ídolo pop. Longos aplausos, gritos, assobios, o pessoal avança um passo a frente para ver mais perto, procura lugar com melhor visibilidade, quem estava mais atras reclama para abaixar as bandeiras para conseguirem ver. O presidente deu o recado e todos abaixaram.

O presidente Lula falou que estava em São Paulo e ficou sabendo que a previsão era de chuva, mas não quis nem saber. “Poderia estar chovendo canivete até e eu estaria aqui” – disse o Presidente.

Imagine se o presidente iria faltar, com a multidão que estava ali, muitos vindo de longe, sabendo que o tempo estava para chuva.

E o presidente criticou as tentativas da oposição de impedir que ele faça campanha para Dilma nas horas vagas, e criticou o Ministério Público Eleitoral que quer multá-lo apenas por mencionar o nome da Dilma:

“Há uma tentativa de me tirar da campanha política, para que eu não ajude Dilma a ser a presidenta desse país. É como se eu pudesse passar por Dilma e tem uma procuradora … que eles querem é me inibir, para eu fingir que não conheço a Dilma, para que eu passe por ela e vire o rosto. Mas não sou homem de duas caras. Vou dizer que a minha companheira Dilma, que foi chefe da Casa Civil, está preparada para ocupar a presidência da República desse país” – disse enquanto apertava fortemente as mãos da candidata.

Lula prosseguiu: “Ao indicá-la para ser a futura presidente, estou indicando uma pessoa que eu colocaria minhas duas mãos no fogo. Essa mulher com cara de anjo já foi torturada. Barbaramente torturada. E não guarda mágoa”.

O Presidente também elogiou a união do governo do Estado do Rio com o governo federal, que permitiu tantas obras do PAC, inclusive em favelas, como não se via há muitos anos na história do Rio. E falou da emoção de trazer as olimpíadas para o Brasil, que acontecerá no Rio, contando a história de como foi a vitória do Rio como cidade sede, diante do Rei da Espanha, do primeiro-ministro japonês, e do Obama, fazendo a multidão cair no riso.

No fim, Dilma foi a última a falar, depois de Lula, elogiou a militância e a multidão que estava ali na chuva, falou das obras PAC, do ProUni, das UPP’s, das transformações que estão passando o Complexo do Alemão, Manguinhos, Pavão e Pavãozinho, Rocinha, que antes eram favelas e estão virando bairros bons de se morar.

Dilma pediu que todos dêem importância também no voto para Senado e para Deputados, elegendo gente aliada, que não vão passar 4 anos criando dificuldades só para atrapalhar e fabricando factóides.

No fim, mandou uma mensagem à todas as mulheres. Disse que, assim como Lula falou que não poderia errar no governo, senão um operário só chegaria à presidência de novo daqui a uns 200 anos, ela também não poderá errar como primeira presidenta mulher, porque será cobrada por isso.

O discurso de Dilma foi acompanhado por gritos de Dilma! Dilma!… “Olê, Olê… olê, olá… Dilma… Dilma”, e com o novo grito da galera do lado, que aprendi hoje: “A Dilma é … ou-sa-di-a! … A Dilma é… ousadia!”.

Terminado os discursos, desceram todos do palanque, e Dilma, muito simpática, ainda foi até a platéia cumprimentar a “turma do gagarejo”, o pessoal que fica ali na linha de frente do palco. E foi um corre-corre de quem estava atrás para também cumprimentar a futura presidenta. Não sei de onde a imprensa tinha inventado que Dilma era antipática. Ela é super-simpática, principalmente com as pessoas mais humildes.

O comício foi maior do que imaginado, sobretudo por causa da chuva. Teve gosto de vitória, e prenuncia uma vitória das grandes no Rio de Janeiro.

Dilma e Lula devem percorrer o Brasil, nas cidades que for possível percorrer. Quando passar na cidade de cada um, não deixem de ir. A chuva molhou o corpo, mas lavou a alma.

Por Zé Augusto

Do Conversa Afiada: http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/07/17/lula-desafia-“procuradora-qualquer”-a-dar-o-golpe-contra-a-dilma/

¿Por qué desembarcan los marines en Costa Rica?

Con los votos del oficialista Partido Liberación Nacional (PLN), el Movimiento Libertario y el diputado evangélico del partido Renovación Costarricense, Justo Orozco, El pasado 1º de Julio el Congreso de Costa Rica autorizó el ingreso a esse país de 46 buques de guerra de la Armada de los Estados Unidos, 200 helicópteros y aviones de combate, y 7.000 marines. Si bien La multiplicidad de versiones encontradas no permiten ver con claridad El origen de esta decisión, la escasa evidencia disponible parece señalar que fue Washington quien solicitó la internación de las tropas. Es sumamente llamativo el silencio de la prensa de Estados Unidos sobre El tema y la ausencia de cualquier referencia explícita a esta autorización en los boletines de prensa diarios de los departamentos de Estado y de Defensa, todo lo cual alimenta la sospecha de que fue La Casa Blanca la que tomó la iniciativa favorablemente acogida por El Congreso costarricense y para la cual exigió la mayor discreción. Lo que se le comunicó al país centroamericano fue que la situación imperante en México había forzado a los cárteles de la droga a modificar sus rutas tradicionales de aproximación e ingreso a Estados Unidos y que para desbaratar esa maniobra era preciso garantizar El despliegue de un sólido contingente de fuerzas militares en el istmo centroamericano, condición sine qua non para librar uma efectiva batalla en contra del narcotráfico. Como era previsible, El gobierno de la Presidenta Laura Chinchilla - estrechamente vinculada a lo largo de muchos años con la USAID, nada menos- brindó todo su apoyo y el de sus parlamentarios para responder obedientemente a La requisitoria de Washington.

A nadie sorprende la apelación al pretexto del narcotráfico pues es el que corrientemente utiliza Washington-a falta de otros, como los que brindara el terremoto en ...Haití- para justificar la intrusión del personal militar estadounidense en los países de Nuestra América. No obstante, conspira contra la credibilidad de este argumento el hecho que sean precisamente los países caracterizados por una fuerte presencia militar de Estados Unidos quienes sobresalen por su producción y comercialización de narcóticos.

Tal como quedó demostrado en El Lado Oscuro del Imperio. La Violación de los Derechos Humanos por Estados Unidos, fuentes inobjetables de las Naciones Unidas (la UNODOC, la Oficina de la ONU contra la Droga y el Crimen) demuestran con estadísticas abrumadoras que desde que las tropas de Estados Unidos se instalaron em Afganistán se produjeron grandes avances en la producción y exportación de opio y la fabricación de heroína, a la vez que en Colombia La presencia estadounidense no fue óbice (sino todo lo contrario) para que se registrase una notable expansión de los cultivos de coca. [1]

Todo esto no debería causar sorpresa alguna, por varias razones. Una de ellas es que el país que se arroga el derecho a combatir El narcotráfico en todo el mundo demuestra una incapacidad tan asombrosa como sospechosa para hacer lo propio dentro de sus fronteras, desde desmontar las redes que vinculan a las mafias del narco con lãs autoridades, las policías y los jueces locales y estaduales que hacen posible el negocio de la droga hasta implementar una campaña mínimamente significativa para contener la adicción y recuperar a los adictos. Nada sorprendente, insistimos, por cuanto el narcotráfico mueve una cifra que se empina por encima de los 400.000 millones de dólares, anuales, que luego son convenientemente “lavados” en los numerosos paraísos fiscales que los principales países capitalistas han establecido a lo largo y a lo ancho del planeta (comenzando por Estados Unidos y Europa) para ser luego introducidos al sistema bancario oficial y, de ese modo, fortalecer los negocios del capital financiero. Por otra parte, la debilidad e inconsistencia de este pretexto, el de la “lucha contra el narcotráfico”, se tornan más evidentes cuando se aprende que Estados Unidos es el primer productor mundial de marihuana, lo que según un estudio de la Fundación Drug Science, reporta a ese país una suma superior a los 35.000 millones de dólares, cifra que supera el valor combinado de la producción de trigo y maíz. [2]

Tercero y último, ¿cómo subestimar la importancia que tienen el control y la administración del negocio de los narcóticos para sostener La dominación imperialista en las provincias exteriores del imperio? ¿No fue acaso Gran Bretaña quien reintrodujo el opio en China (droga que había sido prohibida por el emperador Yongzheng debido a los perjuicios que ocasionaba a su población) cuyo consumo masivo promovido por los británicos sirvió para equilibrar sus déficits de balanza comercial com el celeste imperio? Para impulsar esa adicción entre los chinos, británicos y portugueses libraron dos guerras, entre 1839 y 1842 y 1856 y 1860, a resultas de las cuales establecieron dos cabeceras de playa para organizar el tráfico del opio en toda la China: una en Hong Kong, bajo control inglés, y otra en Macao, dominada por los portugueses.

¿Por qué tendríamos hoy que pensar que Estados Unidos, hijo putativo del imperio británico, habría de ser movido por otros intereses cuando declara, de la boca para afuera, la guerra al narcotráfico? ¿No resulta acaso funcional a sus intereses tener una América Latina caracterizada por la proliferación de “estados fallidos” - carcomidos por La corrupción que genera el tráfico de estupefacientes y sus secuelas: desintegración social, mafias, paramilitares, etcétera- e incapaces por eso mismo de ofrecer la menor resistencia a los desígnios imperiales?

El permiso concedido por el Congreso de Costa Rica se extiende por seis eses, a partir del 1º de Julio del corriente año. No obstante, esta concesión, que se materializa en el contexto de la Iniciativa Mérida (que abarca a México y Centroamérica) es un proyecto que tiene metas pero no plazos, por lo cual la probabilidad de que las tropas usamericanas salgan de Costa Rica a fines de este año y retornen a SUS cuarteles en la metrópolis es prácticamente cero. Además, La experiencia internacional enseña que tanto en Europa como en Japón lãs tropas que Estados Unidos estacionara allí después de la Segunda Guerra Mundial por unos pocos años, extendidos luego con el pretexto de La Guerra Fría, ya llevan en esas locaciones más de 65 sin que sus jefes den las menores muestras de aburrimiento o deseos de regresar a casa.

En Okinawa, la repulsa generalizada de la población local contra los ocupantes yankis -que, amparados en su inmunidad, matan, violan y roban a su antojo- no fue suficiente para forzar el desmantelamiento de La base norteamericana. De paso, este incidente subraya la valentía y eficacia del gobierno de Rafael Correa que sí logró la salida de lãs tropas norteamericanas de la base de Manta. Y en caso de que hubiera um clamor popular exigiendo re-editar tan insólita ocurrencia en Costa Rica, un par de operaciones criminales de esas que la CIA sabe montar muy bien harían que ese pedido se revirtiese instantáneamente, sobre todo con un gobierno como el de Laura Chinchilla que se desvive por demostrar su incondicional sumisión a los dictados del imperio.

Al igual que lo establecido en el Tratado Obama-Uribe mediante el cual Colombia le cede inicialmente el uso de siete bases militares a Estados Unidos, en el caso que nos ocupa el personal militar de este país gozará de total inmunidad ante la justicia costarricense, y SUS integrantes podrán entrar y salir de Costa Rica a su entera voluntad, circular por todo el territorio nacional vistiendo sus uniformes y portando sus pertrechos y armamentos de combate. Con esta decisión La soberanía de Costa Rica no sólo es humillada sino que llega a los límites del ridículo para un país que, en 1948, abolió sus fuerzas armadas y que, en gran medida gracias a eso, pudo desarrollar uma política social de avanzada en el deprimente contexto regional centroamericano porque el gendarme oligárquico había sido desbandado.

En lo que hace al armamento, la autorización del Congreso permite El ingreso de guardacostas y pequeños navíos pero también de otros como El portaaviones de última generación MakinIsland, botado en Agosto del 2006 y dotado de capacidad para albergar a 102 oficiales y1.449 marines, pudiendo transportar 42 helicópteros CH-46, cinco aviones AV-8B Harrier y seis helicópteros Blackhawks. Aparte de eso La legislación aprobada extiende su permiso para naves como el USS Freedom, botado en el 2008, con capacidad para combatir a submarinos e internarse en aguas poco profundas. El permiso se extiende también a otros navíos, tipo catamarán, un buque hospital y vehículos varios de reconocimiento con capacidad para transportarse tanto por mar como por tierra. Armamentos y pertrechos que, en síntesis, de poco y nada sirvan para combatir al narcotráfico, en el dudoso caso de que esa sea La voluntad de los ocupantes. Es más que evidente que su objetivo es otro.

Esta iniciativa del gobierno norteamericano hay que situarla en el contexto de la creciente militarización de la política exterior de los Estados Unidos, cuyas expresiones más importantes en el marco latinoamericano han sido, hasta ahora, la reactivación de la Cuarta Flota, la firma del tratado Obama-Uribe, la de facto ocupación militar de Haití, la construcción del muro de la vergüenza entre México y Estados Unidos, el golpe de estado en Honduras y la posterior legitimación del fraude electoral que elevó a Porfirio Lobo a La presidencia, la concesión de nuevas bases militares por el gobierno reaccionario de Panamá, a todo lo cual se le agrega ahora el desembarco de los marines en Costa Rica. Por supuesto, todo lo anterior articulado con el mantenimiento del bloqueo y acoso a la Revolución Cubana y el permanente hostigamiento a Venezuela, Bolivia y Ecuador.

En el plano internacional el desembarco de los marines norteamericanos en Costa Rica debe ser interpretado en el marco de La inminente guerra contra Irán y la grotesca provocación a Corea Del Norte, sobre cuyas gravísimas consecuencias hace tiempo viene advirtiendo en sus Reflexiones el Comandante Fidel Castro Ruz.

En conclusión, el imperio avanza en la militarización de la región y en los preparativos para una aventura militar de proporciones globales. Si la agresión a Irán finalmente llegara a consumarse, como autorizarían a pronosticar los aprontes vistos en estos últimos días, la gravísima situación internacional resultante impulsaría a los Estados Unidos a procurar garantizar a cualquier precio el control absoluto y sin fisuras de lo que sus estrategas geopolíticos denominan la gran islã americana, un enorme continente que se extiende desde Alaska a Tierra del Fuego, separado tanto de la masa terrestre eurasiática como de África y que según ellos desempeña un papel fundamental para La seguridad nacional norteamericana. Esa es la razón de fondo por la cual se ha venido produciendo, preventivamente, la desorbitada militarización de la política exterior estadounidense. Es ridículo que se pretenda convencer a nuestros pueblos que la veintena de bases militares establecidas en Centro y Sudamérica y en el Caribe, a las que ahora se suma el desembarco en Costa Rica, y la activación de La Cuarta Flota tienen por objetivo combatir al narcotráfico. Cómo lo enseña la experiencia, a éste no se lo combate con una estratégia militar sino con una política social, que Estados Unidos no aplica dentro de sus fronteras ni permite que se lo haga afuera gracias a La enorme influencia que el FMI y el Banco Mundial tienen sobre países vulnerables y endeudados. La experiencia antes de Colombia y ahora de México (¡con sus más 26.000 muertos desde que el presidente Felipe Calderón declarase su “guerra al narcotráfico”!) atestiguan que La solución al problema no pasa por los marines, portaviones,

En síntesis: el desembarco de los marines en Costa Rica tiene por objetivo reforzar la dominación norteamericana en la región, derrocar por diversos métodos a los gobiernos considerados “enemigos” (Cuba, Venezuela, Bolivia y Ecuador), debilitar aún más a los vacilantes y ambivalentes gobiernos de la “centro-izquierda” y fortalecer a la derecha que se ha hecho fuerte en el litoral Del Pacífico (Chile, Perú, Colombia, Panamá, Costa Rica, Honduras y México), reordenando de ese modo el “patio trasero” del imperio para así tener las manos libres y la retaguardia asegurada para salir a reafirmar la prepotencia imperial guerreando en otras latitudes.

Do blog do Manolox: http://bloguerosrevolucion.ning.com/profiles/blogs/el-desembarco-de-los-marines

AL IMPERIO SE LE SUICIDAN LOS SOLDADOS (FUE RECORD EN JUNIO)

Junio último fue el peor mes para el Ejército de Estados Unidos en cuanto a cifras de suicidios entre soldados activos, reservistas y tropas de la Guardia Nacional, confirmó hoy informe oficial.

En ese periodo se registraron 21 muertes por tal causa entre los soldados en servicio y 11 entre el resto de los elementos militares mencionados, para un total de 32 suicidios en esta rama de las fuerzas armadas.

A inicios del mes pasado oficiales del Pentágono se congratularon tras vislumbrar lo que parecía una supuesta reducción de este flagelo en comparación con cifras de 2009, año cuando se computaron 162 fallecimientos.

El vicejefe de personal del Ejército, general Peter Chiarelli, explicó que alrededor del 70 por ciento de los suicidios corresponden a reclutas que aún no habían cumplido misiones en plena faena de combate.

Cada año más de ocho millones de estadounidenses consideran seriamente la posibilidad de suicidarse, reveló un estudio gubernamental emitido en esta capital.

Según la Administración Federal de Salud Mental y contra el Abuso de Sustancias Prohibidas, unos 32 mil norteamericanos se quitan la vida anualmente y el problema es más grave de lo que comúnmente se cree.

El reporte del organismo nacional está basado en una investigación que abarcó durante los últimos cinco meses a 46 mil 190 personas mayores de 18 años en 10 estados del país.

El estudio evidenció que los jóvenes entre 18 y 25 años son más propensos a considerar el suicidio que aquellas personas en Estados Unidos con edades entre 26 y 49.

Do blog de La Monica: http://bloguerosrevolucion.ning.com/profiles/blogs/al-imperio-se-le-suicidan-los