18.11.11

Asesinaron a Cristian Ferreyra, miembro del MOCASE Vía Campesina

via ANRed

En la tarde de ayer, miércoles 16 de noviembre, la comunidad de San Antonio comunicó, que en la casa de la Familia Ferreyra se apersonaron Javier y Arturo Juaréz, sicarios de empresario Ciccioli oriundo de Santa Fé, y dispararon a sangre fria contra dos campesinos, causando la muerte con una escopeta a Cristián Ferreyra de 25 años e hirieron de gravedad a otro compañero que se encuentra en observación en el hospital de la capital santiagueña y un tercero con golpes graves. Por MOCASE-VC. Audios del programa Al Oeste, de FM En Transito y La Colectiva Radio



Reproducimos:
ASESINAN A CRISTIAN FERREYRA, MIEMBRO DEL MOCASE VIA CAMPESINA
En la tarde de hoy, miércoles 16 de noviembre, la comunidad de San Antonio comunicó, que en la casa de la Familia Ferreyra se apersonaron Javier y Arturo Juaréz, sicarios de empresario Ciccioli oriundo de Santa Fé, y dispararon a sangre fria contra dos campesinos, causando la muerte con una escopeta a Cristán Ferreyra de 25 años e hirieron de gravedad a otro compañero que se encuentra en observación en el hospital de la capital santiagueña y un tercero con golpes graves.
La comunidad de San Antonio, a 60 km de Monte Quemado, miembro de la CCCOPAL MOCASE-Vía Campesina, viene resistiendo al intento de desalojo de empresarios que han contratado matones armados para realizar amedrentamiento en la zona norte de Santiago del Estero. Los empresarios que intentan acaparar las tierras, Los Julianes, Ciccioli, Ricardo Villa, Saud son venidos de Santa Fe y Tucumán; éstos son los mismos que han diseñado el plan de ataque que vienen sufriendo los campesinos indigenas en los departamentos Copo, Pellegrini y Alberdi desde hace 4 meses de forma sistemática. Unos ejemplos son la detención arbitraria de Ricardo Cuellar, el atentado a la FM Pajsachama, la quema de ranchos y pertenencias de campesinos de la CCCOPAL.
Esto ocurre con complicidad y alevociía de parte de autoridades provinciales y funcionarios del poder judicial e instituciones como la dirección provincial de bosque, quien AUTORIZO desmonte en un lugar donde viven familias campesinas indigenas de varias generaciones. A todos ellos los hacemos responsables directos del asesinato de Cristian.
Desde éstos territorios campesinos indígenas, se viene denunciando los atropellos, tal es así que el Juez Penal Alejandro Fringes Sarria de Monte Quemado ya tiene varias denuncias y no hizo nada para detener la escalada de violencia que impera en la zona. También el Comité de Crisis supo hacer relevamiento de las situaciones de atropellos. Hasta el momento, sólo la organización de las comunidades ha logrado evitar los desalojos y desmontes de miles de hectáreas.
En varias oportunidades el empresario Cicciola, amenazó publicamente que mataría a un campesino del MOCASE-VC para que dejen de" molestar". El asesinato de Crístian Ferreyra no va a quedar impune y con toda la rabia y dolor que sentimos sus compañeros y compañeras, reafirmamos una vez más, que en la defensa de nuestros territorios llegaremos hasta la últimas consecuencias.
Cristian Ferreyra Presente!!!
Ni un metro más, la tierra es nuestra!
Somos Tierra para Alimentar a los Pueblos
Contactos: 011 15 5881 1088 / 03844 414162 / 03844 408668

Audio del programa AL OESTE en FM En Transito de Castelar (Fabiana Arencibia y Sergio Lucarini)
Entrevista a Deolinda Carrizo, de Comunicación de Mocase VC.
En horas de la mañana La Colectiva Radio se comunicó con Ricardo Cuellar, integrante del MOCASE vía campesina y este es su testimonio.
Escuchar:

11.11.11

Revelações: Pablo Neruda teria sido assassinado pela ditadura de Pinochet

Dez fatos que a "grande" imprensa esconde da sociedade


via CARTA MAIOR

As entidades que reúnem as grandes empresas de comunicação no Brasil usam e abusam da palavra "censura" para demonizar o debate sobre a regulação da mídia. No entanto, são os seus veículos que praticam diariamente a censura escondendo da população as práticas de regulação adotadas há anos em países apontados como modelos de democracia. Conheça dez dessas regras que não são mencionadas pelos veículos da chamada "grande" imprensa brasileira.

O debate sobre regulação do setor de comunicação social no Brasil, ou regulação da mídia, como preferem alguns, está povoado por fantasmas, gosta de dizer o ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins. O fantasma da censura é o frequentador mais habitual, assombrando os setores da sociedade que defendem a regulamentação do setor, conforme foi estabelecido pela Constituição de 1988. 

Regulamentar para quê? – indagam os que enxergam na proposta uma tentativa disfarçada de censura. A mera pergunta já é reveladora da natureza do problema. Como assim, para quê? Por que a comunicação deveria ser um território livre de regras e normas, como acontece com as demais atividades humanas? Por que a palavra “regulação” causa tanta reação entre os empresários brasileiros do setor? 

O que pouca gente sabe, em boa parte por responsabilidade dos próprios meios de comunicação que não costumam divulgar esse tema, é que a existência de regras e normas no setor da comunicação é uma prática comum naqueles países apontados por esses empresários como modelos de democracia a serem seguidos. 

O seminário internacional Comunicações Eletrônicas e Convergências de Mídias, realizado em Brasília, em novembro de 2010, reuniu representantes das agências reguladoras desses países que relataram diversos casos que, no Brasil, seriam certamente objeto de uma veemente nota da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) denunciando a tentativa de implantar a censura e o totalitarismo no Brasil. 

Ao esconder a existências dessas regras e o modo funcionamento da mídia em outros países, essas entidades empresariais é que estão praticando censura e manifestando a visão autoritária que tem sobre o tema. O acesso à informação de qualidade é um direito. Aqui estão dez regras adotadas em outros países que os barões da mídia brasileira escondem da população:

1. A lei inglesa prevê um padrão ético nas transmissões de rádio e TV, que é controlado a partir de uma mescla da atuação da autorregulação dos meios de comunicação ao lado da ação do órgão regulador, o Officee of communications (Ofcom). A Ofcom não monitora o trabalho dos profissionais de mídia, porém, atua se houver queixas contra determinada cobertura ou programa de entretenimento. A agência colhe a íntegra da transmissão e verifica se houve algum problema com relação ao enfoque ou se um dos lados da notícia não recebeu tratamento igual. Após a análise do material, a Ofcom pode punir a emissora com a obrigação de transmitir um direito de resposta, fazer um pedido formal de desculpas no ar ou multa.

2. O representante da Ofcom contou o seguinte exemplo de atuação da agência: o caso de um programa de auditório com sorteios de prêmios para quem telefonasse à emissora. Uma investigação descobriu que o premiado já estava escolhido e muitos ligavam sem chance alguma de vencer. Além disso, as ligações eram cobradas de forma abusiva. A emissora foi investigada, multada e esse tipo de programação foi reduzida de forma geral em todas as outras TVs.

3. Na Espanha, de 1978 até 2010, foram aprovadas várias leis para regular o setor audiovisual, de acordo com as necessidades que surgiam. Entre elas, a titularidade (pública ou privada); área de cobertura (se em todo o Estado espanhol ou nas comunidades autônomas, no âmbito local ou municipa); em função dos meios, das infraestruturas (cabo, o satélite, e as ondas hertzianas); ou pela tecnologia (analógica ou digital).

4. Zelar para o pluralismo das expressões. Esta é uma das mais importantes funções do Conselho Superior para o Audiovisual (CSA) na França. O órgão é especializado no acompanhamento do conteúdo das emissões televisivas e radiofônicas, mesmo as que se utilizam de plataformas digitais. Uma das missões suplementares e mais importantes do CSA é zelar para que haja sempre uma pluralidade de discursos presentes no audiovisual francês. Para isso, o conselho conta com uma equipe de cerca de 300 pessoas, com diversos perfis, para acompanhar, analisar e propor ações, quando constatada alguma irregularidade.

5. A equipe do CSA acompanha cada um dos canais de televisão e rádio para ver se existe um equilíbrio de posições entre diferentes partidos políticos. Um dos princípios dessa ação é observar se há igualdade de oportunidades de exposição de posições tanto por parte do grupo político majoritário quanto por parte da oposição. 

6. A CSA é responsável também pelo cumprimento das leis que tornam obrigatórias a difusão de, pelo menos, 40% de filmes de origem francesa e 50% de origem européia; zelar pela proteção da infância e quantidade máxima de inserção de publicidade e distribuição de concessões para emissoras de rádio e TV.

7. A regulação das comunicações em Portugal conta com duas agências: a Entidade reguladora para Comunicação Social (ERC) – cuida da qualidade do conteúdo – e a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), que distribui o espectro de rádio entre as emissoras de radiodifussão e as empresas de telecomunicações. “A Anacom defende os interesses das pessoas como consumidoras e como cidadãos.

8. Uma das funções da ERC é fazer regulamentos e diretivas, por meio de consultas públicas com a sociedade e o setor. Medidas impositivas, como obrigar que 25% das canções nas rádios sejam portuguesas, só podem ser tomadas por lei. Outra função é servir de ouvidoria da imprensa, a partir da queixa gratuita apresentada por meio de um formulário no site da entidade. As reclamações podem ser feitas por pessoas ou por meio de representações coletivas.

9. A União Européia tem, desde março passado, novas regras para regulamentar o conteúdo audiovisual transmitido também pelos chamados sistemas não lineares, como a Internet e os aparelhos de telecomunicação móvel (aqueles em que o usuário demanda e escolhe o que quer assistir). Segundo as novas regras, esses produtos também estão sujeitos a limites quantitativos e qualitativos para os conteúdos veiculados. Antes, apenas meios lineares, como a televisão tradicional e o rádio, tinham sua utilização definida por lei.

10. Uma das regras mais importantes adotadas recentemente pela União Europeia é a que coloca um limite de 12 minutos ou 20% de publicidade para cada hora de transmissão. Além disso, as publicidades da indústria do tabaco e farmacêutica foram totalmente banidas. A da indústria do álcool são extremamente restritas e existe, ainda, a previsão de direitos de resposta e regras de acessibilidade.

Todas essas informações estão disponíveis ao público na página do Seminário Internacional Comunicações Eletrônicas e Convergências de Mídias. Note-se que a relação não menciona nenhuma das regras adotadas recentemente na Argentina, que vem sendo demonizadas nos editoriais da imprensa brasileira. A omissão é proposital. As regras adotadas acima são tão ou mais "duras" que as argentinas, mas sobre elas reina o silêncio, pois vêm de países apontados como "exemplos a serem seguidos" Dificilmente, você ouvirá falar dessas regras em algum dos veículos da chamada grande imprensa brasileira. É ela, na verdade, quem pratica censura em larga escala hoje no Brasil



BRASIL EXPORTA LUCHA CONTRA EL HAMBRE

via IPS NOTICIAS

SALVADOR, Brasil, 9 nov (IPS) - Legisladores de 10 países de América Latina y el Caribe avanzaron en la consolidación del Frente Parlamentario contra el Hambre (FPH), para impulsar leyes que estimulen la seguridad alimentaria.

Reunidos en la capital del nororiental estado brasileño de Bahía, los representantes de asambleas legislativas nacionales, regionales y provinciales expusieron avances en sus respectivas naciones en materia de leyes sobre el derecho a la alimentación y coincidieron en la necesidad de intercambiar experiencias para impulsarlas.

"Tenemos capacidad de legislar porque el problema del hambre no es técnico, sino político", dijo a IPS el diputado oficialista ecuatoriano Pedro de la Cruz.

La carestía de alimentos es parte de un proceso de "producción no amigable con la naturaleza", de falta de agua y tierra, de comercialización. Es político y, por lo tanto, tenemos que adoptar leyes que ayuden a inculcar el derecho a la alimentación", explicó.

En Ecuador, según destacó, la discusión es avanzada, pero al parlamento también le cabe la función de fiscalizar las leyes aprobadas.

El FPH, que cuenta con ayuda técnica de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), a través de la Iniciativa América Latina y Caribe Sin Hambre, y con apoyo financiero de la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo, busca que los países de la región establezcan la seguridad alimentaria como asunto estratégico.

Los parlamentarios, que a su vez participan e impulsan frentes nacionales, fueron invitados a la IV Conferencia de Seguridad Alimentaria y Nutricional de Brasil, que se celebra en Salvador desde el 7 hasta el 10 de este mes para consolidar avances alcanzados en la lucha contra el hambre.

Los legisladores querían conocer la experiencia de un foro de ese tipo –que une a autoridades gubernamentales federales, estaduales y municipales y a entidades civiles en la concepción de políticas alimentarias–, y otras experiencias de Brasil, como el programa Hambre Cero, que en los últimos ocho años disminuyó la desnutrición infantil en 61 por ciento.

El diputado federal brasileño Nazareno Fonteles, del gobernante Partido de los Trabajadores, dijo a IPS que la formación de frentes parlamentarios nacionales contribuyó con esas políticas, así como el Consejo Nacional de Seguridad Alimentaria y Nutricional (Consea) que hoy quiere avanzar en otros desafíos, como la mala calidad nutricional y problemas sanitarios como la obesidad.

"Si tuvimos éxito, ¿por qué no vamos a expandir nuestras experiencias positivas a nuestros hermanos latinoamericanos?", se preguntó.

La legisladora hondureña Yadira Bendaña explicó que en su país acaba de constituirse un frente parlamentario.

En El Salvador se están discutiendo ocho proyectos vinculados a la seguridad alimentaria, mientras que en Argentina el frente avanza en la dirección de "territorializar" su dominio, es decir extenderse a provincias y municipios, según expuso la diputada Liliana Parada.

El año pasado, Brasil incluyó en la Constitución el derecho a la alimentación. En otros países, como República Dominicana y Colombia, la discusión comienza.

"Quien decide erradicar el hambre es la sociedad, representada por sus parlamentarios", sintetizó el director electo de la FAO, el brasileño José Graziano da Silva.

Con el intercambio de experiencias se "pueden lograr atajos" en el proceso legislativo, agregó.

"En Brasil, para consolidar avances, conquistas de la sociedad, fue necesario tener leyes que las convirtieran en políticas de Estado", señaló.

El FPH fue lanzado en el 2009, en Panamá. Tras un primer foro en la brasileña São Paulo, en marzo del 2010, se estableció una comisión coordinadora.

Desde su inicio, el FPH acordó trabajar en la sensibilización de los parlamentos para incorporar el derecho a la alimentación a las legislaciones.

También se acordó promover medidas concretas para vincular las compras de programas de alimentación escolar con la pequeña agricultura, y la incorporación de representantes de la sociedad civil a los procesos.

Miryam Gorban, que se define como "una activista argentina en la lucha por la soberanía alimentaria", destacó la necesidad de que los parlamentos legislen para limitar la desnacionalización de tierras. En su país y en Brasil avanza la compra de tierras por parte de empresas extranjeras e inclusive de gobiernos.

"Tenemos que legislar para proteger nuestros recursos naturales… ya vaciaron África y ahora vienen por nosotros, América Latina", dijo a IPS.

Según la FAO, 52,5 millones de personas pasan hambre en América Latina y el Caribe. Otros problemas que enfrenta la región son los elevados precios de los alimentos, más caros que el promedio de las últimas tres décadas y cerca de 40 por ciento más elevados que cuatro años atrás.

De la reunión participaron representantes de Argentina, Brasil, Colombia, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicaragua, Paraguay y República Dominicana. Se espera la incorporación de Haití.(FIN/2011)

5.11.11

Estados Unidos: ¿Quiénes son el 99 por ciento?

Por Kanya D'Almeida y Judith Scherr * via IPS Noticias


Clarence Thomas, de la International Longshore and Warehouse Union, enfatizó la necesidad de que el 99 por ciento se una. / Crédito:Judith Scherr/IPS
Clarence Thomas, de la International Longshore and Warehouse Union, enfatizó la necesidad de que el 99 por ciento se una.


NUEVA YORK/OAKLAND, Estados Unidos, nov (IPS) - La frase "Somos el 99 por ciento", acuñada por los manifestantes del neoyorquino parque Zuccotti, es motivo de controversia entre las minorías que conforman el movimiento que cuestiona el sistema capitalista de Estados Unidos, país de una arraigada segregación racial y social.


Utilizada en todo el país, el "99 por ciento" se refiere a la población que recibe lo que queda de la riqueza mundial después de que los dueños de las corporaciones y "el uno por ciento más rico" se embolsan la mayor parte. 



Según un informe divulgado por el Center for Social Inclusion (Centro para la Inclusión Social), los trabajadores negros y latinoamericanos en Estados Unidos son considerados "de segunda clase", además de estar excesivamente representados en ocupaciones mal pagas, que requieren escasas habilidades y en las que tienen "limitadas posibilidades de ascender en la escala de oportunidades". 

El estudio plantea que los estadounidenses que no son de raza blanca y los inmigrantes son sistemáticamente excluidos del mercado laboral debido a que muchos carecen de título universitario. Su escasa educación es consecuencia de la falta de recursos que recibe la educación pública en los barrios que habitan. 

"Las personas de color (como se denomina a quienes no pertenecen a la mayoría anglosajona en Estados Unidos) no pueden acceder a centros de empleo ubicados lejos de sus hogares debido a inadecuados servicios de transporte público", señala el informe. 

"Negros, latinoamericanos, indígenas estadounidenses y poblaciones específicas de asiáticos viven donde no están los empleadores, donde los gobiernos locales no establecen transporte público y donde la base impositiva es demasiado pequeña para financiar adecuadamente las escuelas", añade. 

El 99 por ciento también es desigual 

Un grupo de manifestantes se concentró el 25 de octubre por la noche en el Battery Park, muy cerca de donde está acampado el movimiento Ocupa Wall Street, para participar en un debate sobre poder y privilegios. 

La discusión fue organizada por el Grupo de Trabajo de Personas de Color (POC WG, por sus siglas en inglés) para Ocupa Wall Street, que lucha por incorporar un discurso de desigualdades estructurales dentro del movimiento. 

Un mes antes, miembros de South Asians for Justice (Sudasiáticos por la Justicia) llegaron a la asamblea general realizada en el distrito financiero justo a tiempo para oír la lectura de lo que sería el primer documento oficial, la"Declaración de la ocupación de la ciudad de Nueva York", dijo a IPS la organizadora de POC WG, Thanu Y. 

"Inmediatamente nos impactó el segundo párrafo de ese documento, que rezaba: ‘Nosotros, los ocupantes, antes divididos por el color de nuestra piel, nuestro género, orientación sexual (…) somos una sola raza, la raza humana’", agregó. 

"Sentimos que el tono de la declaración estaba borrando la historia de las comunidades de color y de los inmigrantes en Estados Unidos, y asumiendo que todos partíamos del mismo punto, en lo económico y en lo político, cuando salimos a protestar contra esta crisis económica; nos parece que es incorrecto", dijo Thanu Y.

"Creo que es necesario que un debate sobre esas desigualdades tenga protagonismo en este movimiento en Estados Unidos e incluso en el plano mundial, donde las realidades de clases y castas simplemente no pueden ignorarse. La manera en que estamos divididos es parte del motivo por el que hay una crisis económica", señaló la activista. 

Así fue como el grupo decidió bloquear la declaración, y se quedó en el parque hasta cerca de la medianoche, reformulando el texto para reflejar mejor la diversidad de los integrantes del movimiento. 

Desde entonces, el POC WG es una fuerza importante dentro de la organización de Ocupa Wall Street, alentando la participación de las minorías. 

Un movimiento de mayoría blanca 

Pese a la brutal clausura el 25 de octubre del campamento de Ocupa Oakland, en California, una semana después el movimiento se recuperó en ese estado occidental, y cada vez más población negra busca mantener en alto la tradición combativa de la ciudad. 

El Partido de los Panteras Negras nació el 15 de octubre de 1966 en Oakland. La ciudad también albergó un fuerte movimiento antiapartheid liderado por negros e impulsó al capítulo de la Rainbow Coalition (coalición arcoiris) más fuerte del país. 

Cuatro décadas después, Ocupa Oakland cuenta con el apoyo de habitantes afrodescendientes a modo individual, pero no ha logrado obtener el respaldo de dos sectores clave: pastores y funcionarios negros. 

En buena medida, hay una limitada participación negra porque se trata de un movimiento liderado por blancos, según el abogado afroestadounidense y veterano defensor de los derechos civiles Walter Riley. 

"Cada vez que en este país hay un movimiento iniciado principalmente por blancos, se da la tendencia de que en él no haya grandes cantidades de negros", dijo. 

"Eso no significa que los negros no lo apoyen", continuó, destacando que lo que está en el núcleo del movimiento Ocupa –la condena a los bancos– es un punto crucial de las quejas de la población negra, por ejemplo en lo relativo a la falta de inversiones en barrios de esa comunidad. 

Oakland también representa la desigualdad que existe dentro del "99 por ciento". En 2010, el desempleo entre los blancos fue de siete por ciento, mientras que entre los negros y latinoamericanos fue de 19,6 y 15,2 por ciento respectivamente. 

El supervisor del condado de Alameda, Keith Carson, también afrodescendiente, apoya el mensaje anticorporativo del movimiento, pero considera "perturbador" el hecho de que no tenga líderes. 

Según Carson, los ocupantes de Oakland enviaron el mensaje equivocado al acampar frente a la municipalidad, cuando los objetivos reales deberían ser los bancos. 

La falta de una fuerte participación negra también puede entenderse en el marco del cambio demográfico. 

En los años 80, 46 por ciento de los habitantes de Oakland eran negros. Actualmente, lo son apenas 27 por ciento, mientras que 25 por ciento son blancos, levemente más que los latinoamericanos. 

Como señaló el reverendo Daniel Buford, ahora que la comunidad blanca más rica se ve perjudicada por el desempleo y las ejecuciones, sus miembros lideran el movimiento de protesta contra las corporaciones y los bancos. Mientras, la iglesia negra continúa organizándose en torno a asuntos primordiales, como la educación, afirmó. 

Clarence Thomas, miembro del consejo ejecutivo de la International Longshore and Warehouse Union en San Francisco y ex Pantera Negra, enfatizó en la necesidad de que "el 99 por ciento" se una. 

Según él, una de las fortalezas de las Panteras fue su capacidad de establecer coaliciones con aliados blancos, y esto puede ocurrir en el movimiento Ocupa. 

Es un error creer que se trata de un movimiento liderado por jóvenes blancos, sostuvo. 

"Es cuestión de que participemos en el proceso", dijo.


Los inmigrantes han intentado participar, pese a que las ocupaciones se emplazan casi exclusivamente en centros urbanos, y las grandes mayorías de extranjeros trabajan en suburbios y áreas rurales dedicadas a la agricultura. 



Sin embargo, Erik Nicholson, portavoz de United Farm Workers (Trabajadores Agrícolas Unidos), un sindicato con 27.000 miembros, dijo a IPS que entre la comunidad de inmigrantes hay un apoyo generalizado al movimiento. 

"Somos por definición una organización transnacional, dado que la abrumadora mayoría de nuestros miembros en áreas agrícolas son inmigrantes que se vieron obligados a huir de los devastadores impactos de las mismas políticas económicas contra las que protesta el movimiento Ocupa aquí, en Estados Unidos", explicó Nicholson a IPS. 

"Políticas como el TLCAN (Tratado de Libre Comercio de América del Norte) causaron en los años 90 un enorme éxodo de productores maiceros de México, que llegaron a Estados Unidos en busca de empleo. Ahora trabajan en condiciones terribles", agregó. 

Este año se produjeron por lo menos dos muertes en plantaciones del occidental estado de California, señaló. Los hacendados no brindan a sus trabajadores agua o techos que los protejan del sol, por lo que "literalmente caen muertos por el calor", enfatizó. 

"Pero estas tragedias que ocurren en el agro no están desconectadas de Wall Street. Cantidades sin precedentes de capitales de riesgo se vierten en la agricultura estadounidense con promesas imposibles de retornos en una industria altamente volátil", añadió. 

"Hace menos de dos semanas tuvimos una manifestación contra Darigold, una gran corporación que comercializa leche en un establecimiento cuyos trabajadores soportan un trato horrendo", dijo Nicholson. 

"Ocupa Seattle se unió a esa protesta, lo que representó una gran aproximación de los dos movimientos", señaló. 

"Tenemos que reconocer el increíble grado de temor que existe en las comunidades de inmigrantes. Cuando salen de sus casas por la mañana no tienen idea de si volverán en la noche o si los arrestarán en una redada bajo las nuevas y draconianas leyes antiinmigración que rigen en este país", explicó. 

"Aun así han salido a apoyar al movimiento Ocupa porque representa un momento real para la acción masiva,ha unido esfuerzos diversos y continúa creciendo. Necesitamos seguir haciendo el trabajo que siempre hicimos, seguir moviéndonos y buscando maneras de conectarnos", agregó. 

"Descoloniza Wall Street" 

Días después de que Ocupa Wall Street publicó su declaración "Una demanda", un bloguero llamado JohnPaul Montano escribió una carta abierta a los ocupantes, expresando su preocupación por el lenguaje del "99 por ciento"

"Yo esperaba que ustedes, que luchan por la justicia y la igualdad, mencionaran que la misma tierra sobre la cual protestan no les pertenece, que ustedes son huéspedes sobre esa tierra indígena robada", decía. 

"Esperaba que abordaran la historia centenaria que nosotros, los pueblos indígenas de este continente, hemos soportado mientras ustedes decían estar construyendo una ‘tierra de libertad’ sobre nuestras sociedades indígenas, sobre nuestras tierras indígenas, mientras destruían y/o ignoraban nuestros modos de vida", agregó el bloguero. 

Pocas semanas después, Julián Padilla, actual portavoz del subcomité educativo del Grupo de Trabajo de Personas de Color (POC WG, por sus siglas en inglés) en la ciudad de Nueva York, publicó un folleto detallando que, en 1685, la Dutch West India Company obligó a pueblos africanos esclavizados a construir un muro entre los comerciantes blancos y los indígenas estadounidenses, que todavía luchaban por su tierra, contra los colonos en lo que ahora es el bajo Manhattan. 

El muro garantizó un espacio para que los comerciantes compraran y vendieran sus acciones "hasta que formalizaron la práctica mediante la fundación de la Bolsa de Valores de Nueva York, en 1792". 

En una marcha de protesta varios días después, Padilla, junto con otros organizadores, intentó cambiar el cántico que entonaba la multitud de "Todo el día, toda la semana, ocupa Wall Street" a "Todo el día, toda la semana, descoloniza Wall Street", pero sus esfuerzos fueron en vano. 

"La mayoría de la gente no quiere confrontar el hecho básico de que los pueblos indígenas fuimos las primeras víctimas de todas las traiciones que se producen aquí", en Wall Street, dijo a IPS Joseph, miembro del movimiento aborigen estadounidense. 

"La gente no quiere usar las palabras reales asociadas con este lugar: genocidio, asesinato, tortura, violación, esclavitud", agregó. 

"Oigo a la gente hablar de (las leyes) Jim Crow (que durante casi un siglo institucionalizaron la segregación racial en Estados Unidos), de que (los negros) tenían que usar puertas diferentes para ingresar a las cafeterías. No olvidemos que los indígenas no tenían ninguna puerta abierta en absoluto", señaló. 

La mesa de Joseph en el parque Zuccotti, repleta de literatura política contemporánea e histórica, recibe poca atención de la multitud, pero él está determinado a seguir hasta el final. 

A fines de octubre, los organizadores de las manifestaciones en Albuquerque decidieron renombrar su protesta "(Des)Ocupa Albuquerque", por respeto a la activa población indígena de Nuevo México y para conectar la expansión capitalista y el movimiento local por el derecho a la tierra. 

Un participante en una sentada en Albuquerque escribió en el Daily Kos que "para los aborígenes de Nuevo México, ‘ocupa’ significa 500 años de ocupación forzada de sus tierras, recursos, cultivos y también de sus voces por parte de potencias imperiales como España y Estados Unidos. A gran parte del ‘99 por ciento’ le vino muy bien ese arreglo", sostuvo. 

Padilla dijo a IPS que "ocupar un espacio no es malo en sí mismo; la cuestión es quién, cómo y por qué". 

"Cuando los colonizadores blancos ocupan una tierra, no solamente duermen allí durante la noche; (también) roban y destruyen. Cuando los indígenas ocuparon la isla de Alcatraz, fue (un acto de) protesta", ejemplificó. 

"Ocupar significa apoderarse de un espacio, y pienso que un grupo de anticapitalistas que se apoderan del espacio en Wall Street es poderoso, pero deseo que el movimiento de la ciudad de Nueva York cambie su nombre a ‘descoloniza Wall Street’ para tomar en cuenta la historia y las críticas indígenas, a la gente (que no es blanca) y al imperialismo", agregó.

4.11.11

Goleiro do milésimo gol de Pelé será julgado por crimes de ditadura

via SUL 21

Reprodução
Entidades de Direitos Humanos da Argentina denunciavam a atuação do ex-atleta na repressão | Foto: Reprodução
O ex-arqueiro argentino Edgardo Andrada, que atuou no Vasco da Gama nas décadas de 1960 e 70, é acusado pelo sequestro e morte de dois militantes montoneros, Osvaldo Cambiasso e Eduardo Pereyra Rossi, em 1983. Andrada deverá prestar depoimento ao juiz federal de San Nicolas, Carlos Villafuerte Ruzo, na próxima quarta-feira (9). Andrada ficou notabilizado por levar o gol mil de Pelé, de pênalti, em 1969, num duelo entre Vasco e Santos no Maracanã.
O ex-goleiro iniciou a carreira no Rosário Central onde jogou por quase uma década e chegou a jogar pela Seleção Argentina. Em seguida, teve carreira exitosa pelo Vasco, clube pelo qual jogou por oito anos. Ainda passou pelo Vitória da Bahia e pelo Colón de Santa Fé. Ao acabar a carreira, se tornou “personal civil de inteligência” da repressão argentina.
Há testemunhas de que ‘Antelo’, codinome de Andrada, participou da ação que vigiou e capturou os dois montoneros no Bar Magnum, em Rosario. Entidades de Direitos Humanos da Argentina denunciavam há bastante tempoa atuação do ex-atleta na repressão. Até esta semana Edgardo Andrada ainda atuava na comissão técnica das categorias de base do Rosario Central. Na última quarta-feira (2), o presidente do clube, Julio Colabianchi, declarou que Andrada pediu para deixar o cargo. “Andrada renunciou, já tem substituto e é mais saudável para o Rosario Central”, declarou o dirigente.
Andrada não é o único acusado pelo sequestro e morte dos dois montoneros. Vários repressores civis e militares estão sendo acusados e deverão depor à Justiça, inclusive o general Reynaldo Bignone, que era ninguém menos que o presidente da Argentina quando foram cometidos estes crimes.
Com informações de La Capital e Tiempo Argentino

De Jorge Amado para Carlos Marighella

Texto escrito por Jorge Amado, amigo de Marighella e seu companheiro na bancada comunista da Assembléia Nacional Constituinte e na Câmara dos Deputados entre 1946 e 1948.


Lido por Fernando Santana em 10 de dezembro de 1979 – Dia Universal dos Direitos do Homem – por ocasião do sepultamento dos restos mortais de Marighella no cemitério das Quintas, em Salvador.



“Chegas de longa caminhada a este teu chão natal, território de tua infância e adolescência.
Vens de um silêncio de dez anos, de um tempo vazio, quando houve espaço e eco apenas para a mentira e a negação.


Quando te vestiram de lama e sangue, quando pretenderam te marcar com o estigma da infâmia, quando pretenderam enterrar na maldição tua memória e teu nome.
Para que jamais se soubesse da verdade de tua gesta, da grandeza de tua saga, do humanismo que comandou tua vida e tua morte.


Trancaram as portas e as janelas para que ninguém percebesse tua sombra erguida, nem ouvisse tua voz, teu grito de protesto.


Para que não frutificasses, não pudesses ser alento e esperança.


Escreveram a história pelo avesso para que ninguém soubesse que eras pão e não erva daninha, que eras vozeiro de reivindicações e não pragas, que eras poeta do povo e não algoz.


Cobriram-te de infâmia para que tua presença se apagasse para sempre, nunca mais fosse lembrada, desfeita em lama.


Esquartejaram tua memória, salgaram teu nome em praça pública, foste proibido em teu país e entre os teus.


Dez anos inteiros, ferozes, de calúnia e ódio, na tentativa de extinguir tua verdade, para que ninguém pudesse te enxergar.


De nada adiantou tanta vileza, não passou de tentativa vã e malograda, pois aqui estás inteiro e límpido.


Atravessaste a interminável noite da mentira e do medo, da desrazão e da infâmia, e desembarcas na aurora da Bahia, trazido por mãos de amor e de amizade.


Aqui estás e todos te reconhecem como foste e serás para sempre: incorruptível brasileiro, um moço baiano de riso jovial e coração ardente.


Aqui estás entre teus amigos e entre os que são tua carne e teu sangue. Vieram te receber e conversar contigo, ouvir tua voz e sentir teu coração.


Tua luta foi contra a fome e a miséria, sonhavas com a fartura e a alegria, amavas a vida, o ser humano, a liberdade.


Aqui estás, plantado em teu chão e frutificarás. Não tiveste tempo para ter medo, venceste o tempo do medo e do desespero.


Antonio de Castro Alves, teu irmão de sonho, te adivinhou num verso: “era o porvir em frente do passado”.


Estás em tua casa, Carlos; tua memória restaurada, límpida e pura, feita de verdade e amor.
Aqui chegaste pela mão do povo. Mais vivo que nunca, Carlos”.


Lançado em Nova Iorque livro que revela como Che foi assassinado por ordem dos Estados Unidos

via CONTRAINJERENCIA

Who killed chePL – El libro Quién mató al Che, de los norteamericanos Michael Ratner y Michael Steven Smith se presentó ayer ante más de 300 personas colmaron la sede de la Misión Permanente de Cuba en Naciones Unidas.

Los asistentes pudieron escuchar una conversación telefónica en vivo entre los autores del libro y el presidente de la Asamblea Nacional del Poder popular (parlamento) de Cuba, Ricardo Alarcón, quien elogió el trabajo realizado por Ratner y Smith.

Ustedes demostraron muy bien quién mató al Che Guevara, afirmó el dirigente cubano, quien escribió el prólogo de la obra, publicada en idioma inglés y que en el presente se trabaja en la traducción al español para su futura presentación en la isla caribeña.

Ratner explicó que los cubanos conocen muy bien la historia, que el Che fue asesinado por orden de Estados Unidos, pero el pueblo norteamericano piensa que el gobierno boliviano de entonces y el estadounidense querían capturar vivo al guerrillero argentino-cubano.

Nuestro libro demuestra que Washington quería asegurarse de que el Che fuera asesinado, al igual que pretendieron hacerlo con el líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro, y el actual presidente, Raúl Castro, agregó.

La obra pone en evidencia un caso irrefutable en el cual la Agencia Central de Inteligencia (CIA) no solo conocía y aprobó el asesinato del Che, sino que fue el instrumento para cometerlo, sostuvo.

El título en inglés es Who Killed Che? How the CIA Got Away with Murder.

Por otro lado, Ratner afirmó que Los Cinco antiterroristas cubanos “son cinco héroes para todos nosotros” porque trataron de detener las acciones terroristas contra Cuba.

Ratner es presidente del Centro de Derechos Constitucionales de Nueva York y encabezó el Gremio Nacional de Abogados.

También fue autor de los títulos The Trial of Donald Rumsfeld: A Prosecution by Book y coautor de The Pinochet Papers y Against War with Iraq and Guantánamo: What the World Should Know.

Por su parte, Smith, abogado que ejerce en Nueva York, integra la directiva del Centro de Derechos Constitucionales y escribió Notebook of a Sixties Lawyer: An Unrepentant Memoir y Lawyers You’ll Like. También es coautor de The Emerging Police State, de William Kunstler.

3.11.11

¡QUE VUELVAN YA ! (Video Clip VII Coloquio por la liberación de Los Cinco)

Para os incrédulos: Já se pode comprar casas em Cuba

via Professionales frente al Drama

Vários sitios da imprensa cubana publicaram hoje, a entrada em vigor do Decreto-Lei 288 e de varias resoluções ministeriais complementares,  relacionadas com a transmissão de propriedade de residências, que anteriormente exigiam um tortuoso caminho.

A medida, comentam os meios de comunicação cubanos, tem como objetivos eliminar proibições, flexibilizar trâmites relacionados com a trasnmissão de propriedade de residências e contribuir para a realocação voluntária dos espaços habitáveis entre as pessoas, segundo normas publicadas pela Gaceta Oficial Extraordinaria número 35, de 2 de novembro de 2011.

30.10.11

Un Comando de élite franco-británico fue quien capturó a Gadaffi y lo entregó para que lo lincharan

via inSurGente
En su edición del 24 de octubre, el Daily Express británico afirma de fuente militar que un comando mixto, formado por elementos del célebre Regimiento de reconocimiento británico y del servicio acción de la DGSE francesa, habría recibido la orden de cazar el hijo de Gaddafi, Seif el Islam, quien habría sido herido en un bombardeo aéreo en la región de Beni Walid.
La orden era de matarlo para impedirle que se convirtiera en el nuevo jefe carismático de la resistencia libia al nuevo orden político a la bota de la OTAN. El mismo periódico reitera que es este mismo comando quien intervino en tierra para liquidar varios decenas de guardias de Gaddafi antes de entregar este ultimo a sus verdugos quienes lo lincharon y ejecutaron despúes.
El sitio “geotribune” defiende una versión similar : «El ataque a la caravana de Gaddafi no habría sido ejecutada únicamente desde los aires, sino igualmente en tierra. Los oficiales de la Organizacion Atlantica tenian sospecha de la presencia de Gaddafi o de uno de sus hijos en el último reducto de Sirte, por causa de la resistencia a muerte entablada por el ultimo grupo de fieles al guía libio. Antes de la caída del último edificio tomado por los pro-Gaddafi, los aparatos de la OTAN habían ubicado y parado vehículos que intentaban huir de la ciudad sitiada.
Es en ese momento que la orden fue dada a un comando británico para entrar en acción. Los soldados de elite no habían tardado en eliminar toda resistencia alrededor de Gaddafi y arrestarlo. Fue después que lo entregaron vivo a los “rebeldes” antes de esfumarse.».
Fuente: http://oumma.com/Kadhafi-a-t-il-ete-livre-a-ses?utm_source=Oumma+Media&utm_campaign=81db025fd0-RSS_EMAIL_CAMPAIGN&utm_medium=email

Cuba entrega 1,3 milhão de hectares de terra ociosa para usufruto da população

via Opera Mundi
A medida faz parte do "reordenamento" do setor agrícola, incluído no plano de reformas impulsionado pelo governo

O governo de Cuba terminou em setembro a entrega de mais de 1,3 milhões de hectares de terra em usufruto, das quais 79% se encontram sob exploração, a maioria nas mãos de agricultores "individuais".

O fundo de terras ociosas de Cuba foi estimado em 2008 em mais de 1,8 milhão de hectares, por isso o jornal oficial Granma ressaltou neste sábado (29/10) que as entregas em usufruto e o posterior índice de exploração "contribuíram para reverter o estado desfavorável em que estavam estes terrenos".

O diretor do Centro Nacional de Controle da Terra, Pedro Olivera, informou ao jornal que foram concedidos 1.313.396 hectares desde julho de 2008, quando o governo do presidente Raul Castro decretou as entregas em usufruto para revitalizar a agricultura.

A medida faz parte do "reordenamento" do setor agrícola, incluído no plano de reformas impulsionado pelo governo, com o propósito de atualizar o modelo econômico da ilha.

Segundo o Granma, as terras entregues estão sob responsabilidade de 146.816 usufrutuários individuais, que representam 97% do total das solicitações recebidas pelo governo.

Além disso, ressalta que dos novos agricultores um quarto não tem vínculo trabalhista anterior, 13% são aposentados, a terceira parte são jovens de 18 a 35 anos e mais de 13 mil são mulheres.

O jornal destacou que o novo sistema de usufruto na ilha não só permite um aumento na produção de alimentos, mas gera "grandes oportunidades de emprego".

Em agosto, o governo cubano rebaixou os preços de vários produtos agrícolas para estimular a produção de alimentos, em particular nas parcelas de usufrutuários.

Os meios de comunicação oficiais informaram em julho que o direito de exploração das terras recebidas por mais de 9 mil pessoas foi retirado por "aproveitamento ineficiente".

Quando foi decretado o regime de usufruto em 2008, 51% do total das terras cultiváveis da ilha estava inativo ou mal explorado.

Em Cuba, a revitalização da agricultura para aumentar a produção de alimentos é considerada um assunto de segurança nacional, porque o país gasta mais de US$ 1,5 bilhão ao ano importando 80% dos alimentos que consome.

En Libia descubren 267 cuerpos ejecutado de partidarios de Muamar Gaddafi.

via Sandino Vive

Libia
Los cuerpos ejecutados de 267 partidarios del ex líder de Libia, Muamar Gaddafi, fueron encontrados en la ciudad de Sirte y sus alrededores, informó la víspera la Cruz Roja Internacional.

Según el informe, la mayoría de los enterrados recibieron un disparo en la cabeza. La televisión local dijo que los cuerpos de los muertos antes de ser enterrados fueron contados y fotografiados por las autoridades que mostraran las fotos a los familiares de los ejecutados.

El Consejo Nacional de Transición (CNT) de Libia declaró que realizará una investigación en relación con el terrible descubrimiento y sancionará a los responsables de la ejecución en masa.

Anteriormente, los familiares del derrocado líder libio, Muamar Gaddafi, asesinado el pasado 20 de octubre, declararon que denunciarán a la OTAN ante la Corte Penal Internacional de la Haya para que investigue el asesinato de Gaddafi como posible “crimen de guerra”.

Gaddafi fue asesinado cerca de su ciudad natal de Sirte, junto con su hijo Muatasem y el ex ministro libio de Defensa, cuando intentaban salir de la localidad.

La caravana que acompañaba a Gaddafi sufrió un ataque aéreo de la OTAN. Gaddafi resultó herido pero pudo refugiarse en una instalación de drenaje, donde fue encontrado por un grupo de militares del Consejo Nacional de Transición de Libia.

Según algunos informes, Gaddafi y su hijo Muatasem, tras ser capturados vivos primero fueron torturados y luego asesinados. Las autoridades libias niegan esta versión.

Las circunstancias de la muerte del ex líder libio, aún no han sido aclaradas. La semana pasada, medios de comunicación informaron que patólogos realizaron una autopsia a Gaddafi, pero los resultados no se revelaron.

Cadena perpetua para 11 militares de la dictadura argentina

via Tercera Informacion

El ex marino Alfredo Astiz se encuentra entre los 11 condenados a cadena perpetua por un tribunal argentino, acusándolos de cometer crímenes de lesa humanidad en la Escuela de Mecánica de la Armada (ESMA), centro que funciono como prisión de forma clandestina.

86 casos de secuestros, privaciones ilegítimas de la libertad, torturas y homicidios perpetrados contra disidentes políticos son algunos de los cargos de los que se acusan a los condenados entre los que también se encuentran el ex capitán de fragata Alfredo Astiz, uno de los mayores símbolos de la represión militar, y los marinos retirados Jorge Acosta, Ricardo Cavallo, Jorge Radice, Antonio Pernías y Juan Carlos Rolón, también figuras emblemáticas de la dictadura.

Astiz, de 59 años, conocido como "El ángel rubio de la muerte", está considerado agente emblemático de la represión bajo la dictadura y fue considerado culpable por la desaparición de las monjas francesas Leonie Duquet y Alice Domon, la fundadora de Madres de Plaza de Mayo, Azucena Villaflor, y el escritor y periodista Rodolfo Walsh, entre otras víctimas. El exmilitar fue dado de baja en 1998 por haber declarado a la prensa que estaba en condiciones de «matar»y «poner bombas» si se lo ordenaran.

Después de escuchar como Astiz acusaba al tribunal de «terrorismo judicial» sujentando en sus manos el libro Volver a matar, del periodista Juan Jofre, los supervivientes y familiares de víctimas que seguían la vista a través de pantallas gigantes instaladas en las puertas del tribunal, estallaron en gritos de júbilo con cada sentencia. «Es una jornada histórica, es la lucha más digna de la historia reciente de los argentinos», afirmó Patricia Walsh, hija del periodista asesinado Rodolfo Walsh

19.10.11

Para senadora americana a presença de grupo de teatro infantil cubano nos EUA causa "risco à segurança nacional"

via CONTRAINJERENCIA


La presencia en Estados Unidos de los 22 niños del grupo de teatro infantil cubano La Colmenita es parte de una política que “socava las prioridades estadounidenses de política exterior y los intereses de seguridad nacional”, sostiene la congresista Ileana Ros-Lehtinen, presidenta del Comité de Relaciones Exteriores de la Cámara de Representantes. Ros-lehtinen es famosa por sus lazos con los círculos terroristas cubanoamericanos de Miami.


La Colmenita es integrada por 22 niños y niñas de entre 6 y 15 años y se encuentra en Estados Unidos desde unos días, bajo invitación de la  Fundación Brownstone y del Comité Internacional por la Libertad de los Cinco.

La jefa del clan cubanoamericano ultraderechista en el Congreso norteamericano expresa su “preocupación” en una carta dirigida a la Secretaria de Estado Hillary Clinton, en la cual expresa que el Departamento de Estado otorgo visas “a una organización que está promoviendo a espías convictos como héroes”, una referencia a los Cinco cubanos secuestrados en EEUU por infiltrar a organizaciones terroristas.

Hablando de estos antiterroristas, la politiquera miamense que se pretende cubana termina ubicandose:los “espías” cubanos, dice, realizaron actos ilícitos “contra nuestra patria.


Con su habitual retórica, Ros-Lehtinen ataca a los programas de intercambio cultural y educativo  y exige de Clinton que suministre al Comité de Relaciones Exteriores un recuento detallado del financiamiento de los programas relacionados con Cuba, y luego insta a suspender todos los intercambios culturales y educativos con la Isla.

Procedente de Miami, capital mundial de la industria de la pornografía destinada a Internet, un fenómeno que nunca denunció, Ros-Lehtinen va hasta hablar en su carta de la supuesta existencia en Cuba de lo que llama un “repugnante turismo sexual del régimen”, otro tema usual del discurso propagandístico norteamericano.

La compañía ya presentó su espectáculo en la American University de Washington después de una visita al Capitolio donde “chocó” con la congresista que ahora pretende “no recordarse” del encuentro fortuito.

La Colmenita tiene programadas varias presentaciones en escuelas y centros culturales estadounidenses y una función especial en la sede de la ONU en Nueva York, justo antes del voto anual en el organismo internacional sobre el bloqueo o a Cuba.

Presidente “de honor” del Comité de apoyo al terrorista Luis Posada Carriles, Ros-Lehtinen es famosa por sus relaciones con la fauna terrorista de Miami, por su llamamiento a matar al líder de la Revolución cubana que hizo en un documental británico y su apoyo ciego a los más violentos ataques de Israel contra Palestina.

La politiquera evita mencionar en su carta, a Carlos Alberto Cremata, fundador y director de La Colmenita.

Cremata es hijo de uno de los 73 víctimas de la explosión de un  avión cubano en Barbados en 1976, por orden de Posada Carriles.