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17.8.10
16.8.10
Un atlas reúne las culturas de los 522 pueblos originarios de América latina y el Caribe
El Atlas Sociolingüístico muestra los 522 pueblos originarios que habitan en 21 países de Latinoamérica y el Caribe
Los 522 pueblos originarios (PPII) que habitan en 21 países de Latinoamérica y el Caribe cuentan ahora con el primer Atlas Sociolingüístico que pretende "maravillar al lector con la desbordante presencia indígena y de sus lenguas" en cada país y también servir de herramienta para el diseño de políticas, planes y programas.
La obra, coordinada por la sociolingüista austríaca y con 22 años de residencia en Bolivia, Inge Sichra, a la que contribuyeron 34 especialistas que desarrollaron un trabajo de recopilación durante dos años, consta de dos tomos y un DVD con información de 522 pueblos que hablan 420 lenguas.
"Pese a una mayor atención de los estados, organismos de cooperación y sociedades, aún hay un profundo desconocimiento sobre similitudes y diferencias que caracterizan al mundo indígena", señala en la presentación del trabajo Bernt Aasen, Director Regional de UNICEF para América latina y el Caribe al justificar la necesidad del trabajo.
El atlas analiza la información con referencias socio-políticas e históricas mientras que el DVD contiene datos demográficos procedentes de censos nacionales, listas de pueblos y lenguas y el marco legal en cada uno de los países.
Sichra precisa en el prólogo que los 34 especialistas trabajaron con la consigna de "privilegiar la sencillez y claridad" en los textos antes que la "erudición y problematización en tratados analíticos" porque el objetivo es que el tema "no debe ser sólo de especialistas" sino que debe involucrar a toda la sociedad.
Estructurado en áreas geoculturales más que por países, el atlas recorre la presencia de los pueblos nativos con una concepción "descentralizadora", que rechaza el hábito eurocentrista de privilegiar el norte del sur y, así, la presentación avanza desde la Patagonia y la Isla de Pascua hacia Meso América, según explica Sichra.
En Atlas muestra que en la Patagonia y la Isla de Pascua habitan nueve pueblos en dos países, Chile y Argentina; en el Chaco ampliado hay 25 pueblos entre Argentina, Paraguay, Bolivia con mención en Uruguay y en la Amazonía, mientras hay 247 comunidades en Brasil, Bolivia, Perú, Ecuador, Colombia, Venezuela, Guyana, Surinam y Guyana Francesa.
Cada capítulo tiene en la introducción un mapa de las familias lingüísticas y lenguas vigentes y otro georreferencial con la ubicación de los pueblos originarios.
Sichra puntualiza que al tratarse de pueblos "hasta hace pocos años invisibilizados, negados o asimilados, que al cobrar notoriedad se volvieron sujetos de derecho que demandan autodeterminación y participación social y política, la realidad es por demás dinámica y se resiste a ser registrada en cifras".
Al presentar el Atlas UNICEF adelantó que el trabajo, surgido tras la Declaración de los Derechos de los PPII por la ONU en el 2007, será actualizado cada dos años, con la incorporación de datos y novedades de una realidad tan compleja y poco conocida.
Otra perspectiva que presenta el trabajo es que hay 107 pueblos transfronterizos; que casi un quinto del total dejó de hablar su lengua y que, contabilizados, unos 44 pueblos utilizan como única lengua el castellano mientras que 55 usan únicamente el portugués.
Así, también está considerada la "enorme variedad" de nombres de los pueblos originarios, producto de denominaciones endógenas o exógenas por lo que a modo de ejemplo se publica un cuadro con las 18 posibilidades de un mismo grupo cultural en Guyana Francesa, Colombia, Venezuela, Perú, Honduras y Costa Rica.
Lo mismo ocurre con las lenguas, como la que usan los wichí en la Argentina, que en Bolivia se llama "weenhajek”, "cofán” en Colombia, "iokono” en Guyana y "taurepang” en Brasil.
Los lingüistas no eluden el tema de las distintas formas de escribir nombres indígenas, un asunto, dice Sichra, con discusiones históricas y contemporáneas con adhesiones y rechazos en un asunto altamente "simbólico".
Fonte: El Web Guerrillero
Dilma: Programa habitacional deve incluir compra de móveis
A candidata à presidência, Dilma Rousseff, disse hoje que a segunda edição do programa Minha Casa Minha Vida, que prevê a construção de 2 milhões de habitações a partir de 2011, deverá incluir, também, a compra de eletrodomésticos e móveis básicos. Segundo ela, 98% do déficit habitacional estão concentrados na população de baixa de renda.
“Isso pode ser bastante acessível, porque vamos comprar em grande escala. Você veja o que é isso em dois milhões de moradia, por quanto sairá a unidade?”, disse hoje a candidata em entrevista coletiva antes da gravação do programa eleitoral que será exibido na TV.
Dilma ressaltou que todos os imóveis do Minha Casa Minha Vida adquiridos pelas pessoas com renda de até 3 salários mínimos terão aquecimento solar já incluído no preço. “O custo disso hoje é muito pequeno se você considerar o universo de dois milhões de casas previstas a partir de 2011”, afirmou.
Segundo ela, a instalação de aquecimento solar nas residências havia sido opcional na primeira edição do programa para evitar a especulação do preço dos equipamentos. “A utilização do aquecimento térmico-solar vai reduzir o gasto com energia elétrica. Vai pagar só no momento em que estiver muito nublado e o aquecedor solar não agüentar sozinho. A gente calcula uma redução muito drástica na conta de luz”, destacou.
Casa própria
A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando disse ainda que estão previstos investimentos de R$ 71 milhões por ano no Minha Casa Minha Vida entre 2011 e 2014. Uma das ações do programa prioriza o atendimento às famílias que ganham até 6 salários mínimo e, para Dilma, não têm condições de arcar com o preço de mercado de um imóvel no valor de R$ 40 mil.
Segundo Dilma, o governo federal eliminou o seguro obrigatório que incidia sobre as prestações para reduzir seus valores e criou um fundo garantidor para assegurar risco mínimo para quem assume a construção do imóvel.
Outra ação do programa habitacional do governo é voltada para classe média, acrescentou a candidata. Para este segmento da sociedade, segundo Dilma, a previsão de investimento é de R$ 44 bilhões por ano. “É um investimento no financiamento para aquisição, melhoria e reforma da casa. Aí afeta da classe C à classe alta”, explicou.
Segundo a candidata, os recursos para financiar a compra de imóveis pela classe média subiram de R$ 1,7 bilhão em 2002 para R$ 44 bilhões em 2009. “Até junho deste ano, a Caixa Econômico liberou, segundo seu balanço, R$ 28,8 bilhões”, disse.
Fonte: Dilma 13
“Isso pode ser bastante acessível, porque vamos comprar em grande escala. Você veja o que é isso em dois milhões de moradia, por quanto sairá a unidade?”, disse hoje a candidata em entrevista coletiva antes da gravação do programa eleitoral que será exibido na TV.
Dilma ressaltou que todos os imóveis do Minha Casa Minha Vida adquiridos pelas pessoas com renda de até 3 salários mínimos terão aquecimento solar já incluído no preço. “O custo disso hoje é muito pequeno se você considerar o universo de dois milhões de casas previstas a partir de 2011”, afirmou.
Segundo ela, a instalação de aquecimento solar nas residências havia sido opcional na primeira edição do programa para evitar a especulação do preço dos equipamentos. “A utilização do aquecimento térmico-solar vai reduzir o gasto com energia elétrica. Vai pagar só no momento em que estiver muito nublado e o aquecedor solar não agüentar sozinho. A gente calcula uma redução muito drástica na conta de luz”, destacou.
Casa própria
A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando disse ainda que estão previstos investimentos de R$ 71 milhões por ano no Minha Casa Minha Vida entre 2011 e 2014. Uma das ações do programa prioriza o atendimento às famílias que ganham até 6 salários mínimo e, para Dilma, não têm condições de arcar com o preço de mercado de um imóvel no valor de R$ 40 mil.
Segundo Dilma, o governo federal eliminou o seguro obrigatório que incidia sobre as prestações para reduzir seus valores e criou um fundo garantidor para assegurar risco mínimo para quem assume a construção do imóvel.
Outra ação do programa habitacional do governo é voltada para classe média, acrescentou a candidata. Para este segmento da sociedade, segundo Dilma, a previsão de investimento é de R$ 44 bilhões por ano. “É um investimento no financiamento para aquisição, melhoria e reforma da casa. Aí afeta da classe C à classe alta”, explicou.
Segundo a candidata, os recursos para financiar a compra de imóveis pela classe média subiram de R$ 1,7 bilhão em 2002 para R$ 44 bilhões em 2009. “Até junho deste ano, a Caixa Econômico liberou, segundo seu balanço, R$ 28,8 bilhões”, disse.
Fonte: Dilma 13
15.8.10
Mercadante rebate os “equívocos” de Geraldo Alckmin
Dizer que Geraldo Alckimin se equivocou é o mínimo pra quem fez declarações distorcidas. O candidato ao governo, pelo PSDB (partido de José Serra e Fernando Henrique Cardoso), teve suas declarações desmentidas pelo senador Aloizio Mercadante, que esteve neste sábado em São Carlos. O candidato do PT ao governo estadual disse que Alckmin está equivocado ao afirmar que a área da saúde e as obras do metrô paulistas não receberam recursos do governo federal (veja mais em matéria publicada neste sábado, 14 de agosto, pelo Estadão). “São R$ 4,3 bilhões do governo disponibilizados para o Metrô, disse Mercadante.
Mercadante defendeu o presidente Lula e sua gestão em São Paulo: “Alckmin disse (no debate da Band, dia 12/08) que o Governo Lula não ajudou a construir nenhum hospital no nosso estado de São Paulo, mas o Hospital Ouro Verde, em Campinas, o Quarteirão da Saúde, em Diadema, e o Hospital dos Pimentas, em Guarulhos, foram construídos com parte dos recursos do governo federal”, completou Mercadante. E não parou por aí. O senador ainda citou o caso do Hospital-Escola Horácio Carlos Panepucci, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Carlos, que já está funcionando graças a recursos municipais, e... recursos de quem mais? Do governo federal, pois sim.
Então vamos aos números: o primeiro módulo da unidade foi construído com R$ 15 milhões de repasse federal. As obras do segundo módulo, com custo de R 41,5 milhões, já estão em andamento. Desse dinheiro, R$ 37,7 milhões são “culpa” do governo federal, e o restante da prefeitura. Prefeitura, pois sim, não o governo estadual. Até por essas críticas de Alckmin, ligeiramente “equivocadas”, Mercadante sugeriu que o adversário passasse pela cidade com mais calma para conhecer o hospital: “É só o Alckmin vir aqui visitar São Carlos e não passar tão correndo, como ele fez, porque tinha pouca gente o acompanhando”. Em resumo. O governo Lula tem sido o principal parceiro da saúde com a prefeitura de São Carlos.
Mais “equívocos” de Alckmin sobre o governo Lula
Mercadante aproveitou a caminhada em São Carlos para reafirmar o avanço rápido do programa federal Minha Casa, Minha Vida, no estado de São Paulo. Sobre o projeto federal, Mercadante admitiu que errou ao dizer que 104 mil casas estavam sendo construídas, com ajuda da Caixa Econômica Federal. “Eu errei, é verdade, mas errei para menos, porque dei o dado do mês passado. Hoje já são 114 mil casas sendo construídas, e que a Caixa aprovou a entrega até o final do ano”.
Errar assim é melhor do que os “equívocos” do adversário do PSDB ao governo do estado. Simples assim.
fonte: Mercadante
14.8.10
Lula investiu R$ 580 milhões em hospitais para São Paulo
Durante o debate promovido pela TV Bandeirantes com os candidatos ao Governo do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, acusou o Governo Federal de ter reduzido o repasse na área de saúde para São Paulo.
Ao contrário do que disse o ex-governador tucano, o Governo Lula investiu um total de R$ 580 milhões em saúde e grandes hospitais no Estado de São Paulo.
O Governo Lula transferiu R$ 9,2 milhões para procedimentos de média e alta complexidade, manutenção de equipes de profissionais, medicamentos e vigilância sanitária, o dobro do valor gasto pela gestão do PSDB, R$ 4,2 milhões.
O repasse do Governo Lula beneficiou as regiões das cidades de São Carlos, Guarulhos, Diadema, Santo André, Campinas e São Bernardo do Campo.
Em São Carlos foram repassados para o Hospital Escola Municipal, R$ 37,7 milhões; para o Hospital Prefeitura, entre obra e equipamentos, R$ 12,5 milhões; e para a Fundação Universidade de São Carlos, R$ 3 milhões. O Hospital Ouro Verde de Campinas recebeu R$ 41,8 milhões para obras e equipamentos. Guarulhos foi beneficiada com R$ 18,6 milhões para o Hospital do Bairro dos Pimentas.
Na região do Grande ABC, São Bernardo do Campo recebeu R$ 102 milhões para seu hospital. Diadema, um total de R$ 28,1 milhões para a unidade denominada Quarteirão da Saúde. Em Santo André, o Hospital da Mulher foi ampliado e equipado com mais de R$ 6,2 milhões recebidos.
Além disso, o Governo Federal investiu em 103 UPAs (Unidades de Pronto Atendimentos) para o Estado de São Paulo, com funcionamento durante 24 horas e que custaram R$ 186,6 milhões. Em relação às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) foram gastos R$ 3,7 milhões para a habilitação de 97 unidades. Postos de saúde e unidades especializadas em vários municípios consumiram R$ 140 milhões.
O Estado conta ainda com recursos federais para os programas Farmácia Popular e Brasil Sorridente.
No entanto, o Estado de São Paulo, o mais rico do Brasil e que há 16 anos está sob a gestão dos tucanos, é o único no país que não colabora no custeio do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
fonte: Mercadante 13
11.8.10
7.8.10
PÁTRIA LATINA - O SERRA QUE ASSUMIU AS VOZES DAS TREVAS E DA INTOLERÂNCIA
(por Pedro Porfirio em Patria Latina)
Nessa, ele tem muito mais a perder, porque a direita sentimental já é anti-Dilma
"Todo mundo sabe, até as árvores da floresta amazônica. Elas são as principais testemunhas de que as Farc se abrigam na Venezuela."
Meu Deus! Onde fui amarrar meu cavalo.
Sinceramente, esse Serra desses últimos dias me faz lembrar os torturadores que me submeteram a sevícias por 16 dias seguidos nos porões do Cenimar, na Ilha das Flores.
É um Serra ao avesso do nosso tempo, alguém saído do sarcófago da intolerância, do atraso e da guerra fratricida que tanto prejuízo nos causou.
Sua insistência em atacar governantes que desagradam o império não vai lhe render um único voto a mais. Em compensação reacende os piores sentimentos obscurantistas que a aragem já varreu, reduzindo a ditadura paranóica a uma péssima lembrança, evitada até pelos que delas se serviram ou graças a ela aumentaram suas fortunas.
Esse discurso soa como filho temporão daqueles idos em que se matava, prendia e arrebentava pessoas que eram apontadas como "agentes de Moscou" forjados na guerra santa que precisava fabricar inimigos externos para justificar sua barbárie.
Primeiro, Serra cometeu o desatino de culpar o governo boliviano pelo consumo de drogas no Brasil. Ao querer atingir Evo Morales, o mais legítimo representante do povo boliviano, cuja integridade moral é reconhecida no mundo inteiro, o candidato do PSDB imaginou alcançar o Sr. Luiz Inácio e sua adversária por tabela.
Existem traficante porque existem compradores
Demonstrou, ao mesmo tempo, que subestima a inteligência do cidadão brasileiro. Nessa questão das drogas, ele preferiu um caminho diferente do seu líder, Fernando Henrique Cardoso, que abriu os olhos e hoje tem uma compreensão mais lúcida a respeito.
E vai mais além: desconhece a lógica mais cristalina: há traficantes porque há consumidores. E muitos desses compradores de cocaína vivem lá, em Ipanema e nos jardins da elite paulista, onde as festas mais badaladas não dispensam a "branquinha".
Tenta tapar o sol com a peneira. Desconhece a própria crise da família e todos os fatores que incrementam a proliferação das drogas.
Tenho quatro filhos - os mais novos de 22 e 18 anos - e nunca eles se deixaram seduzir por amigos cujos pais não lhes dedicam a atenção devida. Estes, então, nem cigarro põem na boca.
Todo mundo sabe que esse vício macabro atinge a muitas famílias. Pais desesperados correm atrás de bodes expiatórios e clamam por mais intervenção policial para resolver o que eles não conseguiram resolver. Esse é um grande drama que o Sr. José Serra, numa precipitada irresponsabilidade, debita ao presidente Evo Moraes - um delírio, que só pode ser entendido como uma agressão gratuita e insana.
Chávez como alvo para agradar ao império
Agora, resolveu alvejar o presidente Hugo Chávez, a quem apontou levianamente como uma "ameaça à paz na América Latina". E ofereceu a cobertura do seu manto aos belicistas da Colômbia, esta, sim, uma cabeça de ponte dos interesses norte-americanos, totalmente minada por três grandes bases instaladas em Malambo, Palanquero e Apiay (esta a 400 km de nossa fronteira) para assegurar a obediência vil dos países da América do Sul ao império decadente.
Serra decidiu seguir as pegadas do milionário Sebastián Piñera, que chegou à presidência do Chile numa aliança de direita (que agora, por pragmatismo, começa a renegar, negando-se a conceder indulto aos assassinos da ditadura de Pinochet, pedido pela Igreja católica de lá).
Ao invés de oferecer um projeto de avanço, uma alternativa para frente, o candidato oposicionista embarcou na parola da plutocracia paulista. Com vasta experiência, José Serra não pode alegar que desconhece a articulação dos norte-americanos para derrubar Chávez (como já tentaram em 2002) e que a Colômbia é peça chave nesse projeto, no qual o sistema internacional não quer passar pelos mesmos vexames sofridos ao longo dos últimos 50 anos, em suas quase 400 tentativas de assassinar Fidel Castro, invadir Cuba e acabar com a revolução.
Como nos velhos tempos
Essa história sobre o acolhimento de guerrilheiros das FARC pelo governo venezuelano não é nem um pouco diferente dos "informes" sobre a existência de armas químicas no Iraque, pretexto para a invasão do país árabe, amplamente desmascarado pelos fatos.,
Não é diferente também de outras montagens, como o incêndio do Reichstag, forjado por Hitler, em 1933, para assumir o poder na Alemanha e iniciar uma brutal perseguição política.
Contra uma política externa correta
Assessorado por algum primata, Serra ataca a política externa do sr. Luiz Inácio, reconheçamos, a forma mais lúcída de fortalecer o Brasil como nação soberana e assegurar ganhos excepcionais para o país. Sob esse aspecto, só sendo um grande mau caráter, um asno ou um cego, ou as três coisas juntas, para negar o que significou a presença de Lula em todo o mundo: ele deve ter feito mais visitas a outros países do que todos os presidentes que o antecederam. E isso foi altamente positivo, refletindo-se na afirmação do prestígio internacional do Brasil.
Serra está vestindo a carapuça da volta ao passado mais traumático, mais primário, ao reino da intolerância e da indústria da guerra fria, no que revela mais do que interesse eleitoral. É lícito imaginar que ele esteja agindo assim por por insegurança ou, o que é mais lamentável, por querer ganhar o apoio e a ajuda dos trilionários internacionais, que se consideram os donos do mundo.
Com esses pronunciamentos ao gosto da pior direita, ele vai acabar jogando nas mãos de sua adversária as pessoas de opinião, as que não querem ver o país alinhado incondicionalmente ao sistema internacional e curtem uma política externa com identidade própria.
Nessa, ele vai ficar perdido no espaço da história, festejado somente pela meia dúzia de nostálgicos da ditadura. E não arrumará um voto sequer: a direita sentimental já está contra Dilma pelos seus arroubos juvenis.
E vai acabar alimentando o discurso amplamente difundido de que ele seria dos males o pior.
Venezuela y Brasil acuerdan distrito motor conjunto y otros 26 acuerdos de desarrollo
da AVN - Agencia Venezoelana de Notícias
Caracas, 06 Ago. AVN .- Los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez Frías, y de Brasil, Luiz Inácio Lula Da Silva, acordaron este viernes crear un distrito motor entre ambas naciones, como parte de los 27 acuerdos bilaterales de desarrollo que firmaron en los temas agrícolas, finanzas públicas, proyectos sociales, relaciones fronterizas, tecnología y generación de energía eléctrica.
Entre los convenios alcanzados destacó el establecimiento de un distrito motor que busca afianzar las relaciones productivas entre la región venezolana de la Gran Sabana y del Roraima brasileño.
Así lo anunciaron ambos presidentes durante una rueda de prensa conjunta llevada a cabo en el Salón Ayacucho del Palacio de Miraflores, como parte de los encuentros trimestrales entre los gobiernos de Brasil y Venezuela que se iniciaron en 2007.
Explicó que se estableció un plan de acción social relacionado con el desarrollo de proyectos dirigidos a la atención de la población de ambas naciones, así como un acuerdo para el establecimiento de un régimen especial fronterizo.
También se firmó un acta de compromiso entre el Banco de Venezuela y la Caixa Económica Federal de Brasil.
“Este es un programa de alto impacto dirigido a la bancarización popular, y aquí le llamamos socialización de la banca”, explicó el presidente Chávez.
Otro de los convenios alcanzados es la creación del centro nacional de teledetección con fines agrícolas; también se estableció el desarrollo de un sistema nacional de producción de semillas de alto valor estratégico y se acordó la implementación de planes conjuntos para la erradicación de la fiebre aftosa.
Agregó que se alcanzó un proyecto para crear cuatro centros técnicos productivos integrales que impulsarán la ganadería y la agricultura en los estados Bolívar, Delta Amacuro, Anzoátegui y Monagas.
Los proyectos conjuntos de desarrollo incluyen proyectos encaminados a mejorar el transporte turístico internacional por carretera, así como el intercambio de experiencias en materia de normalización, calidad, metrología y reglamentos técnicos.
También se firmó un acta compromiso para la construcción de nuevas instalaciones de generación eléctrica en el país; otro para impulsar el desarrollo del complejo hidroeléctrico Uribante-Caparo y 17 convenios de compra-venta de resinas plásticas entre Pequiven y Brasquen.
Además, se estableció un compromiso para el proyecto de saneamiento y desarrollo integral de la cuenca del Río Tuy; otro proyecto para la construcción de una fábrica de equipo de refrigeración industrial, así como para una fábrica de equipo para el procesamiento de alimentos.
Se acordó además la creación de un grupo binacional para la complementación económica productiva entre el norte de Brasil y el oriente venezolano; otro para la creación del instituto venezolano de investigación en economía productiva y la creación de otro grupo bilateral para la integración industrial y productiva en el ámbito del Mercosur.
Los convenios conjuntos también están dirigidos a la construcción de viviendas populares, a la sustitución de ranchos por viviendas y el asentamiento de barrios.
Caracas, 06 Ago. AVN .- Los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez Frías, y de Brasil, Luiz Inácio Lula Da Silva, acordaron este viernes crear un distrito motor entre ambas naciones, como parte de los 27 acuerdos bilaterales de desarrollo que firmaron en los temas agrícolas, finanzas públicas, proyectos sociales, relaciones fronterizas, tecnología y generación de energía eléctrica.
Entre los convenios alcanzados destacó el establecimiento de un distrito motor que busca afianzar las relaciones productivas entre la región venezolana de la Gran Sabana y del Roraima brasileño.
Así lo anunciaron ambos presidentes durante una rueda de prensa conjunta llevada a cabo en el Salón Ayacucho del Palacio de Miraflores, como parte de los encuentros trimestrales entre los gobiernos de Brasil y Venezuela que se iniciaron en 2007.
Explicó que se estableció un plan de acción social relacionado con el desarrollo de proyectos dirigidos a la atención de la población de ambas naciones, así como un acuerdo para el establecimiento de un régimen especial fronterizo.
También se firmó un acta de compromiso entre el Banco de Venezuela y la Caixa Económica Federal de Brasil.
“Este es un programa de alto impacto dirigido a la bancarización popular, y aquí le llamamos socialización de la banca”, explicó el presidente Chávez.
Otro de los convenios alcanzados es la creación del centro nacional de teledetección con fines agrícolas; también se estableció el desarrollo de un sistema nacional de producción de semillas de alto valor estratégico y se acordó la implementación de planes conjuntos para la erradicación de la fiebre aftosa.
Agregó que se alcanzó un proyecto para crear cuatro centros técnicos productivos integrales que impulsarán la ganadería y la agricultura en los estados Bolívar, Delta Amacuro, Anzoátegui y Monagas.
Los proyectos conjuntos de desarrollo incluyen proyectos encaminados a mejorar el transporte turístico internacional por carretera, así como el intercambio de experiencias en materia de normalización, calidad, metrología y reglamentos técnicos.
También se firmó un acta compromiso para la construcción de nuevas instalaciones de generación eléctrica en el país; otro para impulsar el desarrollo del complejo hidroeléctrico Uribante-Caparo y 17 convenios de compra-venta de resinas plásticas entre Pequiven y Brasquen.
Además, se estableció un compromiso para el proyecto de saneamiento y desarrollo integral de la cuenca del Río Tuy; otro proyecto para la construcción de una fábrica de equipo de refrigeración industrial, así como para una fábrica de equipo para el procesamiento de alimentos.
Se acordó además la creación de un grupo binacional para la complementación económica productiva entre el norte de Brasil y el oriente venezolano; otro para la creación del instituto venezolano de investigación en economía productiva y la creación de otro grupo bilateral para la integración industrial y productiva en el ámbito del Mercosur.
Los convenios conjuntos también están dirigidos a la construcción de viviendas populares, a la sustitución de ranchos por viviendas y el asentamiento de barrios.
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