21.5.11

Rádios comunitárias ganham seção de perguntas e respostas no site do MiniCom

publicado no Blog do Planalto

Informaçẽs sobre radiodifusão comunitária são atualizadas no site do Ministério das Comunicações: Foto: Herivelto Batista/MiniCom/Arquivo
A partir desta semana, cidadãos e entidades interessados em montar uma rádio comunitária podem consultar na página do Ministério das Comunicações uma seção com perguntas e respostas frequentes sobre o serviço.
No menu “Rádio Comunitária”, a seção “Perguntas Frequentes” foi totalmente reformulada pela Coordenação-Geral de Radiodifusão Comunitária do MiniCom, onde é possível consultar detalhes sobre características técnicas do serviço, exigências relacionadas à programação e saber como é o trâmite dos processos de outorga.
O coordenador-geral de Radiodifusão Comunitária, Octavio Pieranti, explica que a atualização destas informações partiu de demandas dos interessados no serviço.
“Nós tivemos essa ideia de renovar a lista de perguntas frequentes, que já existia, com base numa percepção do atendimento de que várias perguntas não estavam contempladas na lista anterior”, explicou.
De acordo com Pieranti, foram listadas cerca de 20 perguntas feitas com frequência sendo que a maioria delas está relacionada ao processo de outorga. Uma das novidades é a explicação, por meio de um passo a passo, sobre como as entidades que participam dos avisos de habilitação podem pagar a taxa de inscrição. Este é um dos questionamentos mais comuns, segundo o coordenador.
Com a atualização da seção de perguntas frequentes, os participantes dos avisos de habilitação poderão tirar dúvidas e obter esclarecimentos com mais facilidade, o que vai resultar em maior rapidez na análise dos processos.
“A ideia é que a documentação chegue sempre o mais certa possível. Quando a documentação chega de uma forma correta, isso facilita o nosso trabalho, acelera o processo de outorga e melhora o fluxo de trabalho interno do ministério”, afirma Octavio.
A meta é que haja renovação e ampliação gradual na seção de perguntas frequentes, à medida que surgirem novas dúvidas de usuários.

Dez formas diferentes de manipulação da mídia

Chomsky debulha a manipulação dos meios

Autor: 
 
Dez formas distintas de manipulação midiática Noam Chomsky elaborou a lista das “10 Estratégias de Manipulação” através da mídia. Em seu livro “Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas”, ele faz referência a esse escrito.
Por Yohandry [20.05.2011 12h05]

Noam Chomsky elaborou a lista das “10 Estratégias de Manipulação” através da mídia. Em seu livro “Armas Silenciosas para Guerras Tranqüilas”, ele faz referência a esse escrito em seu decálogo das “Estratégias de Manipulação”.
1 – A Estratégia da Distração.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças que são decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais na área da ciência, economia, psicologia, neurobiologia ou cibernética.
“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” (citação do texto ‘Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas’).
2 – Criar problemas e depois oferecer soluções.
Este método também se denomina “Problema-Reação-Solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que seja este quem exija medidas que se deseja fazer com que aceitem. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja quem demande leis de segurança e políticas de cerceamento da liberdade.
Ou também: criar uma crise econômica para fazer com que aceitem como males necessários o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3 – A Estratégia da Gradualidade.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, com conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira as condições sócio-econômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990.
Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego massivo, salários que já não asseguram rendas decentes, tantas mudanças que provocariam uma revolução se fossem aplicadas de uma vez só.
4 – A Estratégia de Diferir.
Outra maneira de fazer com que se aceite uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato.
Primeiro porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para se acostumar com a idéia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5 – Dirigir-se ao público como a criaturas de pouca idade.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criatura de pouca idade ou um deficiente mental.
Quanto mais se pretende enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por que? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
6 – Utilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexão.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto-curcuito na análise racional, e, finalmente, no sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos.
7 – Manter o público na ignorância e na mediocridade.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância planejada entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser alcançada para as classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8 – Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.
Promover a crença do público de que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9 – Reforçar a auto-culpabilidade.
Fazer crer ao indivíduo que somente ele é culpado por sua própria desgraça devido à insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, em vez de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se menospreza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição da ação do indivíduo. E sem ação não há revolução!
10 – Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem.
No decurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência geraram uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles que possuem e utilizam as elites dominantes.
Graças à biologia, à neurobiologia e a psicologia aplicada, o “sistema” desfrutou de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicológica. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que este conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmos.
Noam Chomsky. Filósofo, ativista, autor e analista político estadunidense. É professor emérito de Lingüística no MIT e uma das figuras mais destacadas desta ciência no século XX. Reconhecido na comunidade científica e acadêmica por seus importantes trabalhos em teoria lingüística e ciência cognitiva.

Democracia real Já - Uma análise sobre o levante espanhol

No hay democracia real sin democracia económica


por Juan Torres López em Tercera Informacion

"Toda la riqueza del país en sus distintas formas y sea cual fuere su titularidad está subordinada al interés general" (Artículo 128 de la Constitución española)

El movimiento del 15-M ha puesto sobre la mesa un debate que se ha querido hurtar a la ciudadanía española durante los últimos treinta años : el de la imperfecta democracia existente en nuestro país.

Miles de personas claman en nuestras calles para exigir democracia real porque entienden, con razón, que no se sienten representados por el régimen bipartidista de hecho que la ley electoral vigente instituyó, principalmente, con el objetivo de excluir a la izquierda menos colaboracionista del escenario político. Porque entienden que la democracia es incompatible con la presentación de docenas de imputados en las listas electorales, con la opacidad en la financiación de los partidos, con la falta de control del patrimonio de quienes dicen servir a los intereses públicos, empezando por el del Jefe del Estado, o con las vergonzosas imágenes de parlamentarios ausentes de sus escaños mientras otros hablan cansinamente al aire. Y también, porque creen, porque creemos, que tampoco se puede hablar de democracia cuando la propiedad de los medios de comunicación se concentra cada vez más en manos de grandes grupos financieros o incluso de fondos especulativos para evitar que se conviertan en espacios para el debate público y a la información objetiva.

Miles de personas reclaman, reclamamos, Democracia Real Ya porque cada vez sentimos más indignación cuando vemos que a quien llama el presidente del gobierno para tratar de hacer frente a la crisis no es a los ciudadanos y ciudadanas que han perdido sus viviendas, a los que están en paro o a los pequeños y medianos empresarios que crean el 90% del empleo existente, sino a los banqueros especuladores y a los directivos empresariales que más naturaleza y empleo destruyen y a quienes utilizan los paraísos fiscales para evadir sus responsabilidades con el Estado y, por tanto, con todos nosotros que sí pagamos impuestos. Y salimos a las calles porque estamos hartos de que se nos llame a votar cada cierto tiempo pero sin que nuestros votos sirvan luego para decidir las cuestiones más importantes que, sin embargo, resuelven a su antojo los poderes fácticos que no se presentan a las elecciones : los banqueros, los jerarcas de la Iglesia Católica, los dirigentes de la patronal y los grandes propietarios, o los dueños de los medios de comunicación más influyentes.

Reclamamos democracia porque creemos que no podemos hablar de que exista en España cuando tampoco la hay en una Europa que solo da preferencia a los mercados, que renuncia a ser algo más que un gran espacio de libertad financiera al servicio del capital y cuyos dirigentes se dejan dominar por los grupos de presión y poder dedicados a imponer las recetas neoliberales a los pueblos.

Reclamamos con razón Democracia Real Ya tratando de conseguir que los derechos políticos y la capacidad de decisión de todos los ciudadanos y ciudadanas sean exactamente los mismos, sin distinción. Pero, precisamente por eso, no debemos olvidar que será imposible que exista democracia real si no hay democracia económica, es decir si no se garantiza que todos los individuos, también sin distinción, disfruten de ingresos, medios y oportunidades suficientes para vivir y satisfacer con dignidad sus necesidades.

Las políticas económicas neoliberales que se vienen aplicando en los últimos treinta años constituyen de hecho una negación de la democracia porque generan unas condiciones de empleo y unos salarios tan bajos que condenan a millones de trabajadores y trabajadoras a la precariedad constante que les impiden vivir dignamente. Porque permiten que los bancos multipliquen sin límite la creación de deuda que esclaviza a familias y a pequeñas y medianas empresas. Porque han creado instituciones, como los bancos centrales independientes, que pueden mover palancas fundamentales de la vida económica de las que depende la distribución de la riqueza y el bienestar de la gente sin control alguno de los poderes representativos. Porque se han privatizado capital y empresas públicas a precios de saldo y sin debate social alguno sobre su conveniencia o ventajas ; porque han restringido el gasto social privando a millones de personas de bienes colectivos de calidad para poner cada vez más servicios públicos en manos del negocio privado en contra de los deseos de la mayoría de la población, y porque han desarmado cada vez más a las instituciones públicas representativas cediendo su poder de decisión a los mercados y a grupos de presión para que así los grandes empresarios, los banqueros, los oligarcas del siglo XXI, impongan libremente su voluntad al resto de la sociedad. Y porque han aumentado escandalosamente la desigualdad, fortaleciendo el poder de las minorías más ricas y condenando al ostracismo cada vez a más millones de personas.

Y es fundamental tener en cuenta que si esta falta de democracia económica impide que se pueda hablar también de democracia política, la ausencia de ambas es la verdadera causa que ha dado lugar a las crisis que estamos viviendo, porque ha dejado sin control a las finanzas especulativas y a los banqueros que han cometido todo tipo de fraudes y engaños. Como, a otra escala, también es la causa de los grandes problemas económicos del mundo de nuestra época entre los que destaca la destrucción de nuestro medio natural, el hambre y la discriminación todavía sufren las mujeres y otros grupos de población como los inmigrantes.

Es completamente impensable, por lo tanto, que podamos resolverlos si no se avanza decisiva y realmente hacia la democracia económica. Y es una mentira gigantesca que se vaya a poder salir de la crisis, como dicen nuestros gobernantes, con reformas laborales y de las pensiones, con políticas de austeridad y con más privatizaciones que lo que hacen es agudizar los problemas que provocaron la crisis y limitar aún más la capacidad de decisión de la ciudadanía, es decir, la democracia.

En España carecemos de democracia económica y para disfrutarla es imprescindible un firme compromiso de Estado para garantizar el efectivo disfrute de los derechos constitucionales al empleo decente, al ingreso de suficiencia, a la salud, a la educación, a una pensión digna y a la vivienda. Si la democracia empieza por cumplir las leyes, exijamos que se cumpla la primera de ellas, la Constitución.

No podremos hablar de democracia real en España mientras haya una persona sin ingresos o con rentas miserables o sin poder ocupar una vivienda digna. Si queremos hablar de democracia hay que garantizar los derechos económicos y sociales básicos de toda la población y hemos de saber que si hoy día no lo están en nuestro país es como resultado de las políticas económicas que se vienen aplicando y que son las que hay que cambiar.

La historia y la experiencia de los países que han logrado más avances en esos campos nos muestra sin lugar a dudas que el disfrute de esos derechos no lo garantiza el mercado (restringiendo el gasto público y cediendo las escuelas a fondos especulativos, como en Madrid) sino que es imprescindible una potente intervención pública.

Y para poder llevarla a cabo es necesario, por un lado, una urgente Reforma Fiscal que dé equidad a nuestro sistema impositivo y un plan de lucha contra la economía sumergida y la evasión fiscal. Y, por otro, una potente estrategia de recuperación del ingreso y de la actividad económica.

Para lograr esto último es preciso, en primer lugar, disponer de financiación suficiente y para ello deben nacionalizarse las cajas y aquellos bancos que no pongan inmediatamente sus recursos al servicio de la actividad productiva -. Hay que frenar cuanto antes el nuevo expolio que la banca privada quiere hacer del sistema financiero español. En segundo lugar, deben volver al estado las empresas de interés estratégico para la economía nacional que en su día fueron privatizadas sin consultar a la ciudadanía y sin debate sobre sus ventajas o inconvenientes. Y, en tercer lugar, de deberá suscribir un amplio Pacto de rentas que garantice, por un lado, el incremento de la participación de los salarios en la renta nacional, que es un objetivo imprescindible para garantizar salir de la crisis recuperando la demanda y la actividad ; y, por otro lado, incrementos de la productividad y reformas sustanciales en el modelo productivo que permitan que nuestra economía no se tenga que limitar a insertarse pasivamente en los mercados globales, como hasta ahora, en exclusivo beneficio de las grandes empresas. Para lo cual hay que empezar por derogar inmediatamente las medidas de recorte de derechos sociales y laborales adoptadas bajo la presión del terrorismo financiero desde mayo de 2010 hasta la fecha.

Ante el problema de deuda que atenaza a nuestra economía, se debe auditar la deuda pública y preguntarle a la población si desea hacerse cargo de la que se ha contraído por irresponsabilidad de los bancos y las grandes empresas o como consecuencia de sus operaciones especulativas contra el estado español.
España tiene una opción : languidecer en un régimen bipartidista de democracia imperfecta que quita poder a la ciudadanía-, para dárselo a los mercados y que fomenta una economía dependiente, oligarquizada y destructora de empleo, de actividad y de riqueza ambiental y natural, o, como se está empezando a hacer en las calles, decir que no a la estrategia económica neoliberal que los poderes económicos y financieros impusieron a los políticos que gobernaron la salida (inconclusa) del franquismo.

Las mujeres y los hombres corrientes podemos cambiar el rumbo de la historia y podemos evitar que los poderosos impongan siempre a los demás sus intereses. Ahora se puede conseguir en España, y por tanto avanzar hacia la Democracia Real con democracia económica, si se cumplen dos condiciones. Una, que no se renuncie al poder que nace en las calles frente a los impostores que se empeñan en que los demás paguemos la crisis que ellos han provocado. Y otra, que la rebeldía se extienda, como ha empezado tímidamente a extenderse, al conjunto de la Unión Europea porque en ésta última, dominada como está por el poder neoliberal más fundamentalista, es donde se encuentra el eslabón hoy día más determinante de la cadena que nos está esclavizando.

Botín no es el dueño de España. ¡Democracia real ya !

19.5.11

A "Revolução Espanhola" ultrapassa as fronteiras do País

La "Spanish Revolution" traspasa la frontera española

El Movimiento 15-M ha comenzado a traspasar las fronteras españolas. Si este miércoles era Londres, París o Lisboa, las ciudades que acogía la 'Spanish Revolution' con una concentración frente a la embajada española, convocada a través de Twitter, hoy y mañana les llega el turno a otras ciudades del resto del mundo.
[foto de la noticia]
El movimiento 'Democracia Real Ya' ha hecho un llamamiento a los jóvenes residentes en Roma para que apoyen "los últimos movimientos reivindicativos en todo el territorio español" y les han convocado, a través de Facebook, a una "sentada pacífica y sin ningún signo político o sindical" en la Plaza de España este viernes a las 20:00 horas.
La plataforma 'spanishrevolution Rome' recuerda en la convocatoria que la protesta "cuestiona el sistema político actual" y que no pretende ser "violenta", por lo que intentarán que"todo se lleve a cabo con el mayor de los respetos".
Parece que en Italia ha florecido el mismo ambiente reivindicativo. Desde Twitter y también Facebook se ha llamado a la movilización. Los blogs italianos han comenzado a darle difusión a las convocatorias para el viernes 20 de mayo en algunos de los núcleos urbanos más importantes del país.
La convocatoria de Roma se ha extendido también a las ciudades deTurín, Bolonia, Milán y Padua, esta última a las 18.00 el viernes, y el resto a las 20:00 horas del 20 de mayo, mientras que la convocatoria en Florencia tendrá lugar este jueves a las 20:00 horas.
[foto de la noticia]
Berlín también se ha sumado a las protestas. 'Apoyo a Democracia Real en Berlín. Wirkliche Demokratie in Spanien' y 'Por una democracia real ya! Berlín se une', son dos de las páginas desde las que se están organizando las protestas contra los políticos actuales, por una "democracia real" y por la mejora de las condiciones de vida, lastradas por la crisis económica.
'Berlin - Viernes, 20 de mayo 20:00, ¡toma la calle!', dice un usuario de Facebook. "Mañana a las 15:30 en la embajada española. Allí nos reunimos y nos manifestamos, y hacemos asamblea para tomar decisiones de cara a futuras acciones (viernes y sábado). También decidimos si seguimos después hacia Brandenburger Tor o el qué", anunció otro.
En Bruselas, Birmingham, Bogotá y Santo Domingo también hay manifestaciones convocadas para este viernes, mientras que en Buenos Aires, Edimburgo o París se concentrarán hoy. Tdas las protestas se pueden consultar en la página tomalaplaza.net.
En Madrid, el 'Movimiento de los Indignados' ya ha anunciado que mantendrá hasta las elecciones municipales y autonómicas del domingo sus movilizaciones en la Puerta del Sol. Y todo parece indicar que en Berlín ocurrirá lo mismo.
"Intentaremos hacer todo lo posible el jueves, el viernes y sobre todo el sábado. Había gente que dudaba por ser jornada de reflexión pero en España ya se han pronunciado al respecto, 'quienes tienen que reflexionar son ellos'", se anunció en 'Apoyo a Democracia Real en Berlín'.
Las protestas comenzaron el domingo con manifestaciones en varias ciudades de España, convocadas por el colectivo 'Democracia real ya'.

Los medios extranjeros lo llevan a su portada

Por otro lado, el diario estadounidense 'The Washington Post' lleva este jueves a su portada la concentración convocada anoche en el centro de Madrid. En concreto, el periódico dedica cuatro columnas a una fotografía panorámica de la Puerta del Sol abarrotada de manifestantes y acompañada del titular 'Una primavera de frustración en España'.
"Los manifestantes llenaron la Puerta del Sol de Madrid, protestando por la gestión de la economía española -incluida la más alta tasa de paro de la Unión Europea- y los recortes del Gobierno. Las concentraciones comenzaron durante el fin de semana y la gente ha prometido ocupar las plazas centrales en numerosas ciudades hasta las elecciones locales de este fin de semana", explica el texto que acompaña a la fotografía.
'The New York Times' también recoge la protesta de la Puerta del Sol, indicando que "miles de personas que dicen ser ignoradas por la clase política se concentraron en una céntrica plaza de Madrid para exigir reformas, a pesar del intento de las autoridades electorales por imponer la prohibición mientras España se prepara para votar en las elecciones locales de este fin de semana".
En Italia, el diario 'Corriere della Sera' identifica también la acampada en Madrid con las protestas de El Cairo, que provocaron la salida del presidente egipcio Hosni Mubarak, pero asegura que "las ambiciones son realistas".
Por su parte, 'Libération' subraya que "los 'indignados' toman la Puerta del Sol" en una España "minada por la austeridad", mientras que 'Le Monde' incide en que "la juventud española se resiste en vísperas de las elecciones". El vespertino francés pone de relieve que entre los acampados en la Puerta del Sol hay "estudiantes, parados o familias en dificultades".

15.5.11

Cantos e Danças da Pátria Grande - Argentina - Chamamé

O lindo chamamé "Tus recuerdos", é interpretado por Gicela Mendez Ribeiro neste emocionante vídeo premiado na Argentina.


11.5.11

Casa de las Américas: llave de integración

por Octavio Borges Pérez da Agência Cubana de Notícias

De institución más memorable del Caribe y América Latina, llave de integración de los pueblos, calificó el eminente intelectual barbadense George Lamming, a Casa de las Américas.

George Lamming
Durante un encuentro jubileo con intelectuales cubanos por el medio siglo de existencia de ese foro de defensa de la cultura de los pueblos, Lamming, subrayó que el término casa sería precisamente el escogido por él para definir al Caribe.

En la sede de la institución que preside el poeta Roberto Fernández Retamar, abundó que el Caribe metafóricamente es una edificación en la cual cada habitante está encerrado en una habitación, sin la posibilidad de comunicarse con los demás y puntualizó que la función de Casa de las Américas es producir la llave que podría abrir las puertas de todas esas recámaras estancos.

Sentenció que es a través de esa llave de la expresión cultural que se harán francas y de forma efectiva, las comunicaciones recíprocas entre todos los habitantes del área.

Dijo que transformar ese fraccionamiento hasta llegar a un movimiento de integración en el que converjan todos los pueblos, ha sido la labor fundamental de Casa de las Américas.

Casa de Las Americas
Consideró que Cristóbal Colón fue el primer turista en El Caribe, y que también con él llegó el terrorismo, porque a 50 años del llamado descubrimiento, el 90 por ciento de la población aborigen había desaparecido, y los pueblos actuales son los sobrevivientes de aquel genocidio, de todo un holocausto.

Precisó que después, las potencias europeas en su lucha por el poder mantuvieron separados a los pobladores de esta parte del mundo, integrada en su mayoría por millones de africanos arrancados violentamente de sus lugares de origen.

Puntualizó que a partir de entonces El Caribe es un proceso inconcluso, por el hecho sin precedentes de la convergencia en un mismo espacio de todas las ramas de la familia humana y el establecimiento de una lucha cultural.

También, en otra parte de su intervención, mencionó el importante papel de las universidades en la formación de los líderes profesionales capaces de integrar los anhelos comunes de unidad, y ejemplificó con la Universidad de las Indias Occidentales, cuyo objetivo era ese, pero al cabo del tiempo reprodujo el fraccionamiento.

Señaló el imperativo de crear una universidad internacional, centrada en la historia y la sociología en el Caribe, para lo cual resulta esencial la contribución de la casa de altos estudios de La Habana.

Los vuelos de la muerte

8.5.11

Imperdível - Assista "A guerra que você não vê", de John Pilger

Documentário de John Pilger mostra o papel da mídia na manipulação da informação em benefício dos interesses do imperialismo e das multinacionais. Legendas em espanhol.


1.5.11

Cantos e Danças da Pátria Grande - Cuba - La Conga Santiaguera


A Conga é a manifestação artística mais generalizada em Santiago de Cuba e surgiu de forma espontânea com o próprio desenvolvimento do carnaval.

Cantos e Danças da Pátria Grande - Argentina - La Chacarera

Peteco Carabajal, acompanhado pelo bombo de Hernán Figueroa Reyes e Sergio "Capote" Piñeiro, canta "El color dela Chacarera" no programa "Fiesta Gaucha" da tv argentina.


Trechos do desfile de 1º de Maio em Havana

Vejam durante o vídeo, emocionante gravação do 1º de Maio de 1961, com Fidel, Che e Camilo.

Cantos e Danças da Pátria Grande - Equador - La Bomba del Chota

A união do acordeonista Paco Godoy, do Grupo Nuages e do violonista Frances Sven y Godoy transforma essa apresentação num momento mágico e histórico da música equatoriana. Assistam à interpretação desta tradicional Bomba del Chota.


Cantos e Danças da Pátria Grande - El Joropo Llanero

Uma dupla de bailarinos, acompanhada pelo conjunto Los Cabestreros de Guanarito, mostra ao público de Caracas as particularidades do baile del joropo llanero, no Festival de Joropo 2009 da PDVSA, Centro de Arte La Estancia, com a colaboração de VenezuelaDemo. 
Para saber mais sobre Los Cabestreros de Guanarito e outros músicos venezuelanos, acesse www.venezuelademo.com.


19.4.11

Federación Universitaria Pro Independencia de Puerto Rico se opone a construcción militar en recinto


Federación Universitaria Pro Independencia
Capítulo de Río Piedras

FUPI se opone a nuevo edificio del ROTC en Río Piedras

18 de abril - A través de un comunicado de prensa la Federación Universitaria Pro Independencia (FUPI) ha manifestado su oposición a la construcción de un nuevo edificio del ROTC (Reserve Officers’ Training Corps) en el recinto de Río Piedras de la Universidad de Puerto Rico (UPR).

“Las movilizaciones en contra del ROTC ha atravesado gran parte de la historia de la UPR y se ha manifestado de distintas maneras, tanto en contra del servicio militar obligatorio, como en contra de la presencia del programa dentro del recinto y de la misma institución universitaria. La universidad y los estudiantes han logrado grandes triunfos en esta lucha por la desmilitarización, lucha que, como vemos, no ha terminado.”, expresó la FUPI.

La organización expresó que los estudiantes no permitirán esta nueva construcción. “Es un descaro ver que estas últimas administraciones universitarias despilfarran el dinero en instituciones militares, repudiadas por la gran mayoría de la comunidad universitaria, comunidad que la administración ha querido ignorar pero que se hará escuchar.”, continua. “Es un problema más que la comunidad universitaria tiene que enfrentarse ante la falta de una verdadera participación en la toma de decisiones.”

La noticia oficial de la construcción del nuevo edificio del ROTC se dio el pasado 7 de abril, día en que la Junta de Síndicos (JS), órgano en su mayoría nombrado por el gobierno y que toma las decisiones del sistema universitario, aprobó la línea de créditos de $75 millones para financiar este y otros proyectos. De esos $75 millones se estiman que unos $4.5millones irían dirigidos a la construcción del edificio. El año pasado, la administración también aprobó una línea de créditos que se le terminó cobrando en gran parte a los estudiantes a través de una “cuota de estabilización”, medida que llevó a una huelga estudiantil.

Contactos:

Fernando Isaac Schnitzer - 787 - 647 - 1272
Diego Serrano - 787 - 224 8009

Colombia en Guerra: que nos Maten a Todos!


(Sirius/Agencia Catalana Alternativa de Noticias)
En Colombia siguen los crímenes de lesa humanidad contra los derechos humanos, los periodistas, dirigentes sociales, niños y niñas, todo empeora por la impunidad del asesino, aquí como corresponsal y defensor de derechos humanos, Colombia no nos da otra alternativa que decirles a los criminales ya los señores de la guerra, que nos maten a todos!, que vengan por este corresponsal que defiende al pueblo masacrado colombiano, que como dfensor de Derechos Humanos señaló los crímenes de miembros del ejército y los grupos ilegales contra la infancia.
Ya que más da aquí, se ha convertido en una carnicería constante contra los defensores de los derechos humanos la tierra colombiana.


Tras el reciente asesinato de la juez colombiana, Gloria Constanza Gaona Rangel, quien llevaba el caso del homicidio de tres niños a manos de miembros del Ejército, se demuestra que el Gobierno de Bogotá no ofrece protección ni garantías a aquellos juristas que luchan y defienden los derechos humanos (derechos humanos), afirmó hoy la abogada de las víctimas de la localidad de Tame, Departamento de Arauca (norte), Olga Silva.


En una entrevista exclusiva concedida a teleSUR, la jurista sostuvo que''és lamentable que hechos como estos tengan que pasar para que se haga una reflexión al respecto (...) el asesinato de la señora juez demuestra una vez más que en el país no hay garantías para ejercer la profesión para pedir justicia''.

Silva manifestó su esperanza "que más allá de las declaraciones del Gobierno (...) y de las reflexiones que esto ha generado, se adoptan medidas necesarias y que no se espere a que haya una amenaza para ejercer medidas de protección''.

Comentó además que''exercir el derecho a la justicia se ha vuelto una condena a muerte para aquellos que hacemos estas demandas, ya sean funcionarios judiciales, ya sean víctimas o abogados''.

En cuanto al traslado del caso de homicidio de la jueza a un tribunal en Bogotá (capital), Silva consideró esto com''una decisión muy positiva''.

''Esperábamos que no fuera de otra manera, habíamos advertido a la Fiscalía, la unidad de derechos humanos, que no consideramos que hay garantías suficientes para que en el Distrito de Arauca se llevara el proceso judicial'', explicó.

En cuanto al proceso judicial en sí, la jurista manifestó que espera que los abogados defensores de lo señalado por el asesinato de la juez, el subteniente del Ejército, Raúl Muñoz,''actúen con la mayor y lealtad ética judicial''.

Asimismo Silva expresó su confianza en que el Estat''fixi prontamente la fecha para darle continuidad a la audiencia preparatoria'', así como también se ofrezca protección a los testigos y familiares de la jueza.

El pasado 22 de marzo, las autoridades colombianas confirmaron el asesinato de la jurista Gloria Gaona.

Gaona Rangel estaba a cargo de las investigaciones por la violación y el homicidio de tres niños a manos de miembros del Ejército del país el Arauca. El subteniente Raúl Muñoz, es acusado de los hechos.

La jueza penal fue ultimada por cinco impactos de bala realizados, presuntamente, por un sicario en el municipio de Saravena en dicho departamento.

En febrero, la juez denunció maniobras dilatorias por parte de la defensa militar en el proceso que se llevaba a cabo contra Muñoz.

Sergio Tapia Pizarro, Corresponsal Colombia